À disposição no site da Amazon (www.amazon.com.br)
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
terça-feira, 29 de agosto de 2017
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
domingo, 11 de junho de 2017
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Brasil – 4ª potência mundial
A maioria dos autores da área
comportamental corrobora da ideia de que somos 100% responsáveis por nossas vidas. Escolhas, decisões,
pensamentos, projeções pessoais dizem respeito apenas a nós mesmos e não aos
outros. Infelizmente, e todos concordam novamente, culpamos sempre algo de fora
da gente.
Hoje, a situação que o nosso país
vive tem muito disso, de responsabilizar o outro. Não foi pelo meu voto, dizem
muitos. Infelizmente o sistema é o mesmo para cada escolha do gestor que fazemos
desde o síndico do condomínio ao presidente do país. Não votei neles. E deixamos para o outro a culpa por essas
escolhas. Esse talvez seja o grande gargalo da inconsciência coletiva que
vivemos. Quantos programas humorísticos retrataram essas situações que
vivemos – políticos corruptos, conchavos, fraudes empresariais, mamatas no
setor público.
E continuamos inconscientes coletivamente. Não tem como não haver
mudanças estruturais em alguns sistemas do país como a Previdência Social, as
Relações de Trabalho, a Gestão Pública, a Reforma Política. Não sou a favor do
modelo de reforma que está aí, como também de um Congresso que não tem moral, ética e respeito para votar agenda tão
complicada e importante.
Mas não é apenas isso que é de assustar. O problema é que ainda vivemos
de privilégios e não de prerrogativas. Explico. Prerrogativa é aquilo que a minha função me permite fazer sem
desvios, se viajo a trabalho devo ser remunerado por isso. Privilégios são os penduricalhos para manter o meu status como cotas
de viagens, marceneiro para consertar meu sofá, motorista particular. Gratidão
por não viver desses privilégios.
E parte dessas reformas atingem
nossos privilégios. Comparemos isso com outras nações desenvolvidas. E por atingir esses privilégios deixamos
de assumir 100% de responsabilidade sobre nossa vida para culpar o
sindicato por ser incompetente, o governo por ser corrupto, e assim por diante.
Eu acredito num Brasil
como 4ª potência mundial até 2050 e trabalho para que isso aconteça.
Mas para isso precisamos acordar nossa consciência coletiva (tomada de
consciência como no Pilar 1 do método AFin), desapegar dos privilégios e assumir
completamente o leme como capitães da nossa vida. E acima de tudo, assumir educação como processo de evolução
coletiva e educação financeira como instrumento de riqueza pessoal e do nosso
país.
Sartre Santos
Educador Financeiro
Coach Financeiro
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Força de vontade!

em, força de vontade é uma parcela boa para gente se
mover rumo à ação, entretanto só ter força de vontade não vai te levar muito
longe quando o assunto for dinheiro. Pois bem, por que força de vontade é
apenas um estado interno e para virar ação ele necessita do seu esforço pessoal
para aprender e agir.
Cuidar do dinheiro é uma ação que precisa do seu esforço
pessoal, alinhado a sua força de vontade, mas para ter resultado de excelência
você precisa seguir os seguintes passos:
1. Aprenda que tudo começa com o nosso
pensamento. Pense primeiro, depois coloque em prática. Para isso é necessário
que você se conheça. Tome consciência das suas emoções, de como é o seu
comportamento com relação ao dinheiro. Autoconsciência.
2. Tenha objetivos claros na sua vida, pois se
não tiver, talvez você não esteja indo a lugar nenhum. Para cuidar do seu
dinheiro é necessário ter objetivos claros, o que você quer, quando quer, por
que quer, e assim por diante. De curto, médio e longo prazos. Sonhe.
3. Seus hábitos determinam muito de você e com
o dinheiro não é muito diferente. Identifique para aonde seus hábitos estão
levando seu rico dinheiro diariamente, se ele tem feito você evoluir. Se não, é
hora de mudar de rumo. Diagnostique.
4. Sabe aquelas latas de sardinhas vencidas, a
aveia que criou bolor, metade da maionese a mais de um mês na geladeira, pois é,
dinheiro seu indo para o lixo com toda a literalidade. Hora de fazer um pente
fino no seu consumo. Faça um inventário, seja consciente e sustentável. Checar!
5. Quando você lida efetiva e verdadeiramente
com o seu dinheiro, você vê resultados arrasadores. Não tem segredo. Quem é
responsável por sua saúde? Deveria ser você, mas você terceiriza e vive as
turras com os profissionais de saúde. E
com o dinheiro? Depois você culpa as gerações de sua família, o governo, o
vizinho, o chefe, por suas mazelas. Você é absurdamente responsável 100% de
tudo que é seu. Invista.
O
segredo é que não tem segredo. Força de vontade vai ajudar você a se inspirar.
Mas não fique só na força de vontade. Levanta, sacode a poeira e parta para a
ação! A metodologia AFin está aí para te ajudar. Foi dela que falamos nos 5
passos anteriores.
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Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
terça-feira, 2 de maio de 2017
Quebrando os grilhões!
É bem verdade que nós,
trabalhadores brasileiros, não temos muito com o que comemorar em razão da
aprovação da última Lei da Terceirização, como também das próximas mudanças que
fatalmente poderão ocorrer com a Lei Trabalhista e com a Previdência Social.
Diante
disso, cabe até um levante social em razão de mudanças como essas ocorrerem sem
a nossa participação e debatidas por um Congresso que no mínimo, não tem
legitimidade para tanto em razão de que grande parte dos congressistas estarem
envolvidos em algum esquema de corrupção.
De
fato é urgente um embate com relação a essa situação, senão mais uma vez (de
tantas outras vezes) seremos subservientes frente a uma burguesia, que como dizia
Cazuza, fede; e fede à corrupção, à malandragem, à conchavos, à desmandos, e por aí
vai.
Por tudo isso precisamos
nos reinventar. É premente adotar uma postura de liderança. Liderar a nós
mesmos, as escolhas que fazemos para a nossa caminhada. Não estamos fadados a
sermos trabalhadores lenientes de um sistema arcaico e injusto. Por isso temos
muitas outras escolhas, que também exigem uma postura de mudança e de luta.
No
Pilar Investimentos Dinâmicos da Metodologia AFin, um dos seus temas diz
respeito a ter um negócio próprio. Por isso acredito que no Brasil precisamos
adotar uma nova postura frente aos desafios do trabalho, tornando-nos empreendedores. É fundamental deixar de lado esse Brasil “concurseiro” para criar
um Brasil empreendedor.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Vale a pena fazer seguro?
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P
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ara começar vamos tentar não nos perder num emaranhados de
números e de contas que faremos a
seguir. Vamos tomar como exemplo o seguro de carros, na base territorial do
Distrito Federal. Fiquem sabendo que atualizações dos números nos órgãos não
são tão recentes.
Comecemos. A frota de carro de passeio,
esse que você usa no dia a dia era de 1.182.541 carros em agosto de 2016. Muito não é mesmo? Pois bem.
Se numa situação real todos esses carros tivessem sido segurados, considerando
um preço médio de R$ 900,00 por seguro, teria sido contratado pelas empresas o
valor de R$ 1.064.286.900. Isto mesmo que você leu: um
bilhão e sessenta e quatro milhões e duzentos e oitenta e seis mil e novecentos
reais em apólices.
Mas esta seria a condição ideal
para as empresas. Ok! Todos os carros
não estão segurados, mas imaginemos que apenas 30% da frota seja (muito baixa
essa quantidade eu sei). Ficaria assim a conta: 354.762 carros segurados, total
arrecadado pelas empresas R$ 319.285.800. Pois é, trezentos e dezenove milhões
e duzentos e oitenta e cinco mil e oitocentos reais arrecadados.
Onde quero chegar? Bem,
considerar o valor de R$ 900 para um seguro de carro estou sendo bondoso, e de
que apenas 30% da frota tem seguro, mais bondoso ainda. Agora confronte os
valores acima com o que foi pago de indenização de seguro no ano de 2015 para o
carro de passeio no Distrito Federal: R$ 38.738.325 em indenização de incêndio
e roubo e 175.254.909 em indenização de colisão. Ah! Foram expostos neste
período 285.254 veículos. Então, podemos inferir com os 30% da nossa conta de
veículos segurados é muito baixa.
Mas afinal de contas vale a pena fazer seguro? Vale! Mesmo com reservas. O que não vale pena é pagar tão caro pelo seguro, tendo em vista os
lucros exorbitantes que ganham as seguradoras no Brasil, que faz mais sentido
considerar tais lucros estelionato e usura. Felizmente estamos começando a
encontrar seguros com valores mais baixos para carros usados, porém é um baixo
ainda muito caro.
Agora,
queria lembrar a você que o bem mais precioso a ser segurado não é o seu carro ou a
sua casa, mas com certeza a sua vida. Pense
nisso!
terça-feira, 25 de abril de 2017
Ainda dar para acreditar no Brasil?
A confiança do consumidor brasileiro, isto é, a minha
e a sua confiança, não anda lá essas coisas. Também os noticiários de todos os
canais nos deixam cada vez mais atônitos e atordoados com tamanho lamaçal que vive a política brasileira. Se correr
o bicho pega se ficar o bicho come?
Em pesquisa recente, indicador do SPC Brasil aponta que a
economia brasileira vai mal para 81% dos consumidores, e somente 2% deles
consideram que a economia está em boas condições.
Para você ver o tamanho do buraco em
que estamos metidos, metade dos que veem o Brasil nessa situação ruim (53%)
identifica a corrupção e o mau uso do dinheiro público como a principal causa
do descontentamento, desemprego e inflação fica lá pra trás, 26% e 9% dos consumidores respectivamente.
Nessa conta o Indicador de Confiança
do Consumidor segue abaixo do nível neutro de 50 pontos, ficando em 42,3
pontos, o que demonstra que a maior parte dos brasileiros está pessimista com
as condições econômicas do país e com a situação financeira pessoal.
Complicada essa situação que vivemos, para
não usar outros adjetivos mais pesados. O que estamos vendo não diz respeito só
ao roubo de bilhões de reais, mas também ao assassinato (pesado, né) de
milhares de brasileiros que ficaram sem acesso a saúde, a alimentação adequada,
a segurança.
E dar para acreditar no
Brasil? Se agirmos de maneira consciente nós seremos
capazes de mudar esse cenário econômico e político catastrófico que vivemos por
meio do voto em 2018. Do lado de nossa situação financeira pessoal, podemos nos
proteger agora mesmo dessas mazelas, agindo com parcimônia em relação ao nosso
consumo e lidando de forma eficaz com o dinheiro adotando uma metodologia que
sustente nossas ações – aqui recomendamos a Metodologia Afluência Financeira –
AFin.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Tem livro usado em casa? Você pode vender na Amazon e ganhar grana extra
Se você tem livros usados em casa, ganhe um dinheirinho extra
com eles. Desde o dia 12 de abril a Amazon lançou no Brasil uma plataforma para
que pessoas físicas, sebos, livrarias e editoras vendam livros usados ou raros
pelo site da empresa.
Com isso o consumidor ganha opções de preços mais vantajosas. Ao
navegar pelo site, ele poderá encontrar um mesmo livro oferecido por mais de um
vendedor e terá a chance de optar pelo que achar melhor.
Neste caso, o vendedor será o responsável pela
entrega do produto ao consumidor e não a Amazon.
São dois tipos de planos que você pode optar. O primeiro,
chamado de Plano Individual, é para quem pretende vender menos de 10 livros por
mês. É cobrada uma taxa de R$ 2 por item vendido, mais uma comissão de 10%
sobre o valor total das venda, incluindo o frete.
O Segundo é o Plano Profissional, indicado para quem vai vender mais
de dez livros no mês. Paga de mensalidade R$ 19 e comissão de 10% sobre o valor
de cada venda. Os três primeiros meses são gratuitos, e a cobrança da
mensalidade só ocorrerá a partir do quarto mês. Além disso, esse plano conta
com ferramentas adicionais como tabelas para gerenciar pedidos e inventário.
Para escolher um dos planos e começar a vender, é preciso
acessar a plataforma pelo site da Amazon
Todo esse serviço e suas transações tem a garantia da Amazon,
que paga ao vendedor o valor à vista dos produtos que ele vendeu sem taxas,
mesmo que vendido no cartão de crédito à vista ou parcelado.
Esta é uma boa opção para quem não quer montar e gerenciar uma
loja online. Porém, compare os custos de outras opções em relação ao que é
oferecido pela Amazon. O importante é ter consciência das suas escolhas na hora
de fechar negócio.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
Com crédito e adaptação do artigo da Uol (www.uol.com.br), São Paulo, publicado em
12/04/2017 com mesmo título. https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/04/12/tem-livro-usado-em-casa-voce-pode-vender-na-amazon.htm?cmpid=copiaecola
terça-feira, 18 de abril de 2017
Uso do FGTS como garantia no crédito consignado para trabalhadores de empresas privadas
Assim como falamos em consumo consciente também temos uma expressão parecida para a
questão dos empréstimos que é o crédito consciente, que nada mais é do que o uso adequado
dessa ferramenta para atender questões financeiras urgentes e transitórias,
seja para cobrir alguma dívida emergente seja para investir em uma boa
oportunidade de negócio.
Entretanto, nós
precisamos tomar muito cuidado com o crédito, tendo em vista que o sistema
financeiro oferece essa ferramenta como um produto de consumo fácil e que
sempre lhe trará benefícios.
Você já deve ter ouvido chamadas
como aquelas em que “não precisa consultar serasa”, “sem burocracia”, “para
viajem dos seus sonhos”, e muitas outras. Outras chamadas dizem respeito a
antecipações, por exemplo, de 13º e imposto de renda, vendendo a ideia que você
não está solicitando um empréstimo, mas antecipando uma receita sua. Ledo
engano, havendo cobrança de juros, que não são baratos, é uma modalidade de
empréstimo.
Queria
chamar atenção para uma nova forma de incentivo ao empréstimo para os
funcionários de empresas privadas que é o empréstimo tendo como garantia o FGTS
para o crédito consignado. A garantia corresponde a 10% do valor total do fundo
e de 100% da multa rescisória no caso de demissão sem justa causa. A taxa máxima
de juros cobrados nessa modalidade é de 3,5% ao mês que equivale a 51% ao ano,
com prazo de 48 meses. Nada barato não é mesmo? Comparando com os servidores
públicos que é de 27,4% ao ano, fica mais gritante ainda.
Apesar de parecer interessante para o
trabalhador, importante anotar que os bancos tinham exigindo a retenção dos 10%
do fundo, o que não foi atendido, e isso poderá afetar o valor dos juros
cobrados e os prazos, isto que dizer que possivelmente irão cobrar os juros
máximos de 3,5% com prazos muitos mais curtos.
Portanto, não saia por aí
acreditando que o sistema está lhe oferecendo um produto que é uma das mil
maravilhas do mundo. É interessante ter essa possibilidade, mesmo por que são
juros menores que do crédito pessoal direto, pois com inteligência você só
acessará essa possibilidade em última instância, sempre com a ideia de cobrir
juros de empréstimos mais altos e de fazer um bom negócio.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Meu feriado.....

São momentos
de muita alegria apreciar feriados com a família, em especial desses que nos
faz refletir sobre nossa vida como um todo e nos faz viver em harmonia e na paz
de Cristo. Foi assim nesta semana santa e nesta páscoa, não tenho dúvidas em
sua família também. E que a nossas
preces se resultem em coisas maravilhosas para nós e para aqueles que foram
nossos alvos naquele instante.
Entretanto, eles
também trazem algumas armadilhas em nossa vida financeira, pois geralmente
estamos mais sensíveis aos apelos do marketing que pedem que nós compremos e
dos entes queridos aos quais nos sentimos responsáveis por atender seus desejos
de consumo.
Se você foi um dos
61% dos brasileiros que mantiveram o mesmo comportamento do ano passado e gastou
além do previsto nesta páscoa, está na hora de dar um rumo diferente a esses
acontecimentos, isto é, deixar de lado a reclamação e reassumir as rédeas da
sua vida financeira.
Para isso
faça um diagnóstico daquilo que foi consumido neste período, aproveite e
estique até o final do mês para ver se não houveram mudanças nos seus hábitos de
consumo. Com o diagnóstico em mãos, veja de que conta você vai “salvar” dinheiro
para cumprir esses compromissos, não invente de pegar empréstimos, a não ser que
a situação seja extrema. Dinheiro “salvo”, quite tudo, e a partir de agora
adote um orçamento sustentável por meio de uma planilha de controle (veja
modelo
http://www.bmfbovespa.com.br/pt_br/educacional/educacao-financeira/planilha-de-orcamento/)
É simples assim mesmo. A metodologia
AFin oferece a você todas essas ferramentas no sentido de contribuir para sua
vida financeira, no propósito de torna-lá rica e próspera, pois é isso que você
merece.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Eu consciente!
O primeiro pilar da Metodologia Afluência
Financeira – AFin é o pilar Autoconsciência. Seu significado diz respeito ao
quanto estamos atentos as nossas emoções e como agimos frente às necessidades de
mudanças que nos são impostas. A tomada de consciência é o passo fundamental
para promover mudanças em nossos comportamentos, principalmente o relacionado ao
dinheiro.
Quando oriento os meus clientes,
o primeiro passo é fazer com que eles tomem consciência da maneira como lidam
com dinheiro. Muitos deles ao me procurarem têm como discurso que precisam
aprender a investir nas melhores e mais rentáveis aplicações no mercador
financeiro. Com a aplicação do pilar Autoconsciência logo eles percebem a
importância de entender os seus comportamentos frente ao dinheiro seja ele
virtual ou real, pois isso lhe dar mais poder para saber onde fazer as melhores
aplicações (de acordo com os seus sonhos).
Uma das minhas clientes, que estava à
época em uma situação complicadíssima me relatou: “Olá Sartre! Nunca mais fui a mesma depois
da sua ajuda! Você foi muito importante para me reerguer financeiramente! Este
mês (fevereiro 2017) quitei meu carro, acredita?! E tenho aos poucos conseguido
vencer cada degrau!..(sic).
Resultado como esse nasceu de um
processo de tomada de consciência da situação que a pessoa se encontrava. Somente
com isso podemos promover as mudanças necessárias em nossa vida financeira.
Geralmente as soluções são produzidas pela própria pessoa, considerando as suas
experiências pessoais.
Esse é o impacto que esse pilar
da Metodologia AFin traz para a nossa vida financeira, tornar claro nosso
comportamento com relação ao dinheiro e a melhor estratégia que devemos utilizar para fazer uso inteligente dele em nosso
cotidiano.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Que valor tem o dinheiro
Como
Educador Financeiro ouço coisas sobre o dinheiro que me dói os ouvidos, o
coração e atinge minhas emoções. Ouço, por exemplo, “o que são 10 centavos”, ou
em número maior, “o que são seiscentos reais”.
Um disparate de verdade.
Ou como muitas
vezes vemos cartazes afixados (como a figura acima) dizendo que precisa de
dinheiro de pouco valor. Aqui eu me questiono se existe dinheiro de pouco
valor. Ao certo posso de dizer de valor numérico menor. Não quero me render ao
pouco valor.
Por quê? Como iniciamos nosso
texto, toda vez que você diz pouco valor é uma forma de desrespeitar o
dinheiro. Tenho certeza que algum de vocês tem cofrinhos onde só colocam moedas
de um real, por exemplo. E não colocam moeda de um, cinco ou dez centavos por que
é de pouco valor. Demora mais juntar, você pode até dizer.
Em uma palestra, uma senhora relatou um caso assim. Seu neto
não queria essas moedas de “pouco valor”, então ela resolveu guardá-las por
um período. No final, em torno de 2 meses, ela tinha juntado mais de 60 reais,
para a surpresa do seu neto. “Ah vó, eu quero”, foi a frase que ela ouviu. Desde
então ele vem juntando também essas moedas de “pouco valor”.
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A
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o deixar de respeitar o dinheiro na
sua essência, influenciamos nosso comportamento em relação a ele. Não dar valor
ao dinheiro seja ele de qualquer valor numérico, nós o mistificamos dizendo
para nós mesmos que só o que vale é o dinheiro de grande valor. Perdemos a oportunidade
de aprender o grande segredo da riqueza e da prosperidade financeira que é a
ação de guardar, qualquer que seja a quantidade de dinheiro.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
terça-feira, 4 de abril de 2017
Compras sem necessidade
Quando falamos em consumo consciente
dentro da metodologia AFin, referimos não somente às questões de responsabilidade
ambiental, mas sim a responsabilidade ao lidar com o dinheiro, aquele tão suado
dinheiro que você e eu recebemos ao final de cada mês.
Recentemente, numa pesquisa o Serviço
de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes
Lojistas (CNDL) buscou identificar os comportamentos consumistas dos
brasileiros de acordo com seus hábitos relacionados à utilização e à economia
de dinheiro.
Os resultados considerados no
levantamento foram baseados nos entrevistados que concordaram ou discordaram
das afirmações apresentadas, e os dados mostram que um terço (33%) desses consumidores compra sem
necessidade motivado por promoções, especialmente entre as classes C, D e E
(35%), entre as mulheres (38%) e as pessoas de 18 a 34 anos (42%).
Segundo a pesquisa, apesar de uma
parte considerável dos entrevistados admitirem ter atitudes consumistas, o
estudo indica que a maioria dos consumidores diz adotar práticas colaborativas
ou conscientes com o objetivo de economizar.
Em números, a pesquisa
identificou que oito em cada dez (78%) fazem em casa serviços que poderiam ser
contratados fora, como cinema, lanches, manicure e pet shop, 74% utilizam
transporte coletivo ou caronas (principalmente as mulheres, 80%, e as classes
C, D e E, 78%), e 51% vão aos lugares a pé ou de bicicleta para poupar com
transporte (sobretudo entre as classes C, D e E, 55%).
O que a pesquisa traz é o
comportamento que trabalhamos na metodologia AFin como falado ao iniciar esse
texto. Pesquisa como essa nos ajudam a entender o comportamento do consumidor
brasileiro e é muito importante para o processo de educação financeira das
pessoas. Só que existe um “mas” nesse contexto. A pesquisa só mostra quem pode
consumir, e como sabemos o número de excluídos do mundo do consumo ainda é
muito alarmante.
Por isso que insistimos que a
Educação Financeira (como complemento a essencial educação formal que ainda
lhes faltam) é fonte enriquecedora para a formação da poupança nas famílias,
independentemente do seu nível de recebimento. Isso quer dizer que não é o
quanto você recebe, mas a maneira correta de lidar com dinheiro que faz você
criar o hábito da poupança.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
quarta-feira, 29 de março de 2017
Não economizes água e luz
Muito bem, sei que estão te pedindo
que economizes água e luz, por diversas razões, e a principal delas é que os
sistemas estão saturados e não aguentam mais a demanda crescente para a utilização
desses serviços.
Aí, tu olhas para tua conta, e
contigo mesmo diz que vai economizar, pois a conta está muito alta mesmo. É hora
de sobrar uns trocadinhos na tua carteira. Sei lá, pode ser que essa economia venha
caber em uma parcela das Casas Bahia (quiçá Ricardo Eletro, Magazine Luize..e
tu acreditas que ainda é baixa).
Esforços hercúleos, brigas
constantes na família para baixar o consumo, tentativas e mais tentativas. Após
um mês de muita luta, chega então a tua esperada conta, e lá está a economia do
mês. Para tua surpresa... só isso! Míseros 5, 6, 7 reais. E isso dar para que?
Tentativas em vão...
E o que está errado? Posso até
concordar contigo que 5, 6 ou 7 reais poderá não ter um impacto tão grande
assim em suas finanças. Mas o que está
por trás dessa economia de água e luz não se refere apenas ao dinheiro.
O dinheiro tem valor sim. É
necessário que sobre sempre ao final de cada mês para investirmos em nossos
sonhos. Mas aqui, diz respeito a duas questões primordiais e críticas para a
nossa vida.
Primeiro, não é só dinheiro, por que
nós estamos falando de recursos naturais e escassos. Precisamos ter consciência
da importância da redução do consumo desses recursos para que não falte hoje e
nem no futuro, e assim causar problemas sociais sérios.
Segundo, não é só dinheiro, se
pensamos em ter uma vida financeira rica e próspera. Nós precisamos aprender a
reduzir os desperdícios. Refere-se a mudar hábitos, que não estão só na conta
de água e luz, mas em todas as outras ações de nossa vida financeira. Mude aqui
e você sentirá sua vida financeira diferente.
No final das contas, exige de mim
e de ti pensar a longo prazo. Aprender que o futuro se constrói no hoje, e é a
grande lição que devemos internalizar. Aí, eu e tu voltamos a velha solução batida
e eficaz que ninguém quer assumir: EDUCAÇÃO. Isso pede tempo, por isso que
fazer educação financeira faz com que você tenha uma vida rica e próspera. É
saber esperar!
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
segunda-feira, 27 de março de 2017
Não lavo o arroz
Você já deve ter observado na
grande maioria das embalagens de arroz dizendo que não é necessário lavar o
arroz (olha a figura acima). Você segue essa recomendação? Ou lava o arroz toda vez que vai cozinhar?
Eu sigo a recomendação, mas muitos desconfiam. Em tempos de papelão na carne,
pombo na cerveja, milho no café...
Não duvido da existência de razões
para todas as desconfianças. Entretanto, nós levamos muito desse comportamento
para a nossa vida financeira. Deixamos muitas vezes de poupar para realizar
nossos sonhos e investir em nossa qualidade de vida por desconfiar que as instituições
financeiras vão dar bolo com o nosso
dinheiro.
É um comportamento que tem um impacto
negativo na maneira como lidamos com o dinheiro, pois tendemos a enxergar o
risco natural do mercado financeiro como alguma coisa intolerável, beirando ao
estelionato e a corrupção.
Ao pensar assim deixamos de
investir em nossa riqueza e em nossa prosperidade financeira. Quando falamos de
dinheiro e do mercado que o rege, suas regulamentações são mais severas e não
permitem a impunidade quando algo ou alguém é pego em deslize. Aqui, o cliente
tem razão e é ressarcido dos seus prejuízos.
Já o papelão na carne, pombo na
cerveja, milho no café....até agora não vemos a justiça (e quem provoca a
justiça) cumprir o seu papel de punir que ludibriou o consumidor e fazer o
devido ressarcimento pelos danos, ainda que não provocados a ele. Se assim o
fizesse (como é feito em países sérios) fatos como esses seriam muito difíceis
de repetirem. No caso de lavar ou não o arroz, eu continuo não lavando, pois se
for uma embromação das empresas, terei em mãos toda prova para exigir danos e
perdas na justiça.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
sexta-feira, 24 de março de 2017
Emprego em tempos de Terceirização
A sociedade brasileira tem
passado por grandes sustos nos últimos tempos. Na poeira da Lava Jato, que é a
maior operação policial e judicial que este País já viveu e que deu um sentido
de que as coisas iam entrar nos trilhos, novas histórias começam a vir à tona.
Nos últimos dias, sob nossa
cabeça ainda a alteração no sistema previdenciário que já nos tiravam o sono, aparece
a operação Carne Fraca que virou um reboliço tanto no mercado interno quanto no
externo, e para fechar a conta o congresso aprova a Lei da Terceirização. Você
quer mais? Aguarde os próximos capítulos.
Do falado acima, a Lei da
Terceirização vai mexer diretamente em nossos bolsos. Sabe por quê? Por que
agora começa a intermediação do emprego no Brasil. Para entender melhor, faço
um paralelo com os produtores rurais.
Você sabe que o alimento
produzido na fazenda para chegar até você custa caro, muito caro, mas para o
produtor o preço é justo, justíssimo. Isso se dar em razão da cadeia de intermediários
que existe para chegar até o consumidor. O intermediário pode ser considerado
aquele parasita que pega o produto pronto, sem gerar vínculo, e repassa para o
vendedor. Do outro lado o vendedor, por não ter relação direta com o produtor,
não se preocupa com as condições de produção, exigindo apenas a qualidade do
produto para o intermediário.
Complicado e muito enrolado, não
é verdade? É mais ou menos assim que vai acontecer com o emprego a partir de
agora. O intermediário gera uma demanda, a procura é grande, e no final o pagamento
para o produtor (empregado) tem a tendência de ser ainda menor. De verdade,
você vai ser obrigado cada vez mais a aceitar salários menores.
A não ser que seja dono do
negócio, a situação para aqueles que não têm poder de negociação ficará cada
vez pior. E o poder de negociação começa quando você tem uma vida financeira
otimizada e próspera. Não precisa muito para chegar nessa situação, sendo
apenas necessário cuidar da sua educação financeira.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
quarta-feira, 22 de março de 2017
Você é o dono da sua aposentadoria

Em tempos em que o papo tem sido “aposentar
ou não aposentar eis a questão” precisamos fazer uma reflexão do nosso
comportamento diante de toda essa celeuma em torno da previdência social.
Não tenho dúvidas que toda essa
discussão em torno da mudança do sistema previdenciário brasileiro precisa ser
ampliada, principalmente para se ouvir os agentes que serão por ela atingidos.
O que temos é uma proposta vil, que retiram direitos, impõe obrigações e limitam
as perspectivas de uma velhice saudável e sustentável.
Diante de um quadro que parece
tão sombrio é justo que deixemos a tranquilidade do nosso lar para sairmos a
rua num sinal de protesto, repúdio e de engajamento para não permitir que esse
vilipêndio ao povo brasileiro se torne uma realidade. Chamemos todos à luta.
Acrescentando ao nosso texto uns “mas,
contudo, entretanto, todavia”, podemos fazer uma diferença enorme hoje para o
futuro de nossa aposentadoria. Como você sabe, a sua contribuição sustenta o
sistema de quem está aposentado hoje, essa é a tese. O que você precisa fazer é
criar uma contribuição pessoal hoje para sustentar sua aposentadoria amanhã.
Explico. Você já contribui para a
previdência em torno de 9 a 11% do seu salário mensal. Pois bem, o que você
deve fazer é procurar contribuir com esse mesmo valor para a sua aposentadoria
sustentável.
Infelizmente, você como
assalariado não tem como abdicar da contribuição obrigatória para o governo. Se
assim o é, então crie uma obrigatória para você mesmo. Tenho certeza que com
isso você vai se preocupar menos com a data que se aposentará. Pois estará sob
o seu controle e não do governo a sua aposentadoria sustentável. A metodologia Afluência Financeira – AFin auxilia
e permite que você alcance esse propósito.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
segunda-feira, 20 de março de 2017
A vez dos impostos
Nós sabemos que a cobrança de
impostos é condição para o convívio em sociedade, de um lado para regulação das atividades
econômicas e por outro para harmonizar as relações sociais. Entretanto falta
muito entendimento sobre isto na sociedade.
Para se ter ideia da dimensão dos
impostos, os brasileiros já pagaram mais R$ 500 bilhões em 2017. Os dados são
do Impostômetro da ACSP (Associação comercial de São Paulo), sistema que estima
quanto de tributo foi pago aos governos federal, estudais e municipais.
Comparativamente com 2016, esse
volume de arrecadação aconteceu nove dias mais cedo em 2017, isto possivelmente
é um sinal de que a recessão perde força e a economia brasileira começa a
reagir.
Por isso a importância de
entender sobre os números da economia e como influencia a nossa vida financeira
pessoal. E os impostos tem um impacto fundamental em nossos rendimentos, e se
formos assalariados esse impacto é mais forte ainda.
Nós sabemos que a aplicação do dinheiro
arrecadado com os impostos no Brasil não tem tido um destino dos mais éticos e
promissores. Acredito que temos nossa responsabilidade com relação a isso, no
que diz respeito a exigir punições severas para os desvios de sua finalidade.
Mas a conta que devemos fazer é
aquela que afeta nossa vida financeira. Quanto mesmo de imposto direto pago por
mês? Tenho certeza que a única hora que você vai saber o quanto pagou no
imposto de renda, por exemplo, é no período da sua declaração anual. O alerta é
que isso não só acontece com o imposto, mas com muitas outras contas de nossa
vida financeira. Por quê? Educação financeira ineficiente e falta de força de
vontade para ser aplicado quando o quesito é cuidar do dinheiro.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
sexta-feira, 17 de março de 2017
Condomínio atrasado pode tirar a sua casa.
Aqui não cabe aquela expressão “devo não nego, pago quando puder”,
pois você correrá o risco seriíssimo de perder a sua casa, de forma muita mais
rápida do que era a alguns anos atrás. E isso pode acontecer com seu
apartamento (ou casa) próprio ou alugado. O que fazer?
Como ocorria antes quando havia
inadimplência das taxas condominiais? Geralmente era muito moroso o processo de
execução das dívidas. Existiam duas fases: na primeira, havia o ônus da prova
da existência da dívida, que podia demorar de dois a três anos; aí só depois,
na segunda fase, que se pedia a execução da dívida, isto é, a exigência do
pagamento.
Agora, a primeira fase deixou de
existe desde o ano passado, assim ao deixar de pagar o condomínio, esta passa a
ser considerada uma dívida real. Assim,
se o juiz determinar o pagamento em três dias e não for feito, o condômino terá
inicialmente a penhora online, ou seja, de tudo que tiver em sua conta bancária
para o pagamento da dívida. E se não tiver dinheiro, os bens são penhorados, e
aqui o proprietário pode perder o imóvel, que neste caso é o último recurso. Há
sempre como fazer negociações antes de chegar a esta fase.
Assim como acontece quando se
deve ao sistema bancário, a falta de pagamento de condomínio também leva a
pessoa ter o cadastro negativo, ter seu nome protestado e ir para lista de
inadimplentes. O rastreamento do pagamento da taxa do condomínio será feita a
partir de agora com a inclusão do CPF do dono do imóvel nos boletos de cobrança,
o que facilitará o pagamento das contas vencidas que poderão ser quitadas.
Aqui nós estamos falando de uma
taxa que tem por objetivo atender uma determinada coletividade. Ela serve para
benfeitorias das áreas comuns e que a falta de pagamento por uma das partes
prejudica todas as outras, por isso a importância de se manter em dia esses
pagamentos, por um lado, e por outro não por em risco um dos seus bens mais
preciosos que é a sua casa.
Para finalizar, a falta de pagamento
desse tipo de taxa ocorre muitas vezes por falta de planejamento financeiro,
pela displicência com a sua educação financeira e por não saber lidar de forma
adequada com o dinheiro. Para corrigir esse tipo de problema em sua vida financeira,
necessário se fazer uma correção no caminho, que passa pela adoção de uma
metodologia que realmente potencialize e maximize o uso do seu dinheiro.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
quarta-feira, 15 de março de 2017
Tô Ryca – uma visão do educador financeiro (spoiler)
Quem teve a oportunidade de
assistir a comédia do cinema brasileiro “Tô Ryca” vai entender do que estarei
falando. O roteiro é simples. O filme fala de uma frentista de nome Selminha
(Samantha Schmütz) que tem a chance de deixa a pobreza ao descobrir uma herança
de família. Entretanto para ela conseguir essa grana é preciso gastar (no
sentido de jogar fora mesmo) R$ 30 milhões em 30 dias sem acumular nada e nem
contar para ninguém.
A proposta do filme não traz nada
de espetacular, mas é leve e atinge o objetivo de divertir àqueles que
assistirem, sem muita pretensão de ser um filme de sucesso. Até aqui tudo bem.
No entanto, ao tentar trazer uma mensagem subliminar sobre o comportamento das
pessoas com relação ao dinheiro, perde a oportunidade de transmitir um grande
ensinamento aos seus espectadores.
A ideia de que o dinheiro
corrompe o caráter e que é a raiz de conflito em relacionamentos seja amorosa,
familiar ou de amizade, prova o quanto ainda temos o conceito errôneo do dinheiro
em nossas vidas.
O filme traz a tona de que aquele
que recebe grandes somas em dinheiro tende a deixar de lado as pessoas que lhe
são caras ou o local da sua origem, como se isso fosse uma canalhice ou coisa
do gênero. Ou que o dinheiro, ao corromper seu comportamento, você não poderia
manter suas relações afetivas anteriores a riqueza.
Ainda, pode-se inferir que aquele que vive na pobreza não tem
capacidade, potencial para se tornar uma pessoa rica, tanto que no final do
filme a frentista volta a morar com todo o seu dinheiro no mesmo barraco na
favela.
Não, ‘dinheiro não é a raiz de
todo mal’ e também ‘não é muita areia para o meu caminhão’ a possibilidade de
lidar com muito dinheiro, tornar-me rico e próspero. Se você for daqueles que
recebeu de uma só vez uma ‘bolada’ grande de dinheiro por meio da sorte grande
do jogo ou de uma herança, mesmo assim você poderá usufruir de muita
prosperidade e riqueza por muito tempo, deixando de lado aquele comportamento
de que veio fácil vai fácil. A solução para isso se chama Educação Financeira.
Você também não precisa esperar o
dinheiro cair do céu para se tornar rico e próspero. Com dedicação, esforço,
desejo ardente você consegue chegar lá. E solução para isso se chama também
Educação Financeira.
Na verdade, precisamos nos livrar
desse comportamento que dinheiro é ruim e que se nascemos pobres morreremos
pobres. Essa, (não sei se é bem verdade), é uma crença estabelecida por uma
elite que não permite a ascensão ao sucesso de pessoas das classes mais baixas,
talvez por entenderem que a falta de educação limitam seus caminhos, que é uma
mentira grotesca.
Nós temos como verdade é que
todos podem ser aquilo que querem ser e aquilo que definirem como seu propósito de vida (pilar
autoconsciência AFin) e que nem toda vez que falamos de riqueza e prosperidade
estamos falando de acúmulo de dinheiro.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
P.S.: Obrigado por você está nos acompanhando aqui. Esta é a centésima publicação do blog! Agradecido demais por tudo!
segunda-feira, 13 de março de 2017
Como o dinheiro afeta a relação conjugal

Sabemos que uma vida financeira
tranquila contribui para que os relacionamentos sejam duradouros, uma família
mais harmoniosa e fortalece a construção
de um futuro melhor para todos.
Entretanto muitos ainda não enxergam isso como uma verdade.
Costumo dizer que a separação
conjugal no Brasil não tem como medida o desequilíbrio financeiro como pano de
fundo, por que antes de assumir essa realidade financeira, as pessoas geralmente
refugiam debaixo de outras questões pessoais como o alcoolismo, as drogas,
entre outros, ocorrendo principalmente no público masculino.
Em pesquisa recente, Serviço de
Proteção o Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de dirigentes
Lojistas (CNDL) sobre o orçamento familiar dos brasileiros revela que quatro em
cada dez (39%) dos entrevistados casados ou em união estável brigam com o
parceiro por causa de dinheiro. Os principais motivos de brigas são
discordâncias sobre os gastos da casa (41%), não ter reservas para imprevistos
(32%) e o fato de não querer pagar pelos gastos do cônjuge (19%).
O que é crítico nessa situação
toda é a falta de diálogo sobre as finanças na família. A pesquisa indica que
40% dos brasileiros casados ou em união estável não contam sobre todas as
compras ao cônjuge. Isto confirma a nossa preocupação com relação a falta de
educação financeira no Brasil. Não é de se espantar que o investimento
inadequado em educação gera pessoas omissas, desconfiadas e medrosas quando
assunto é dinheiro.
A falta de transparência é que tem
levado os casais a bancarrota, e pouco valor produz se não houver uma
transformação por meio de um processo de autoconsciência, procurando indicar e
identificar os rumos da vida financeira e quais suas possíveis solução.
Acredito e temos trabalhado para
isso, que o compartilhamento e o investimento educacional em método que alavanque
as finanças das famílias é a solução poderosa para revertermos esse quadro tão
ruim e que tem prejudicado as relações familiares atualmente. E nós indicamos a
metodologia Afluência Financeira, uma poderosa ferramenta de finanças, para
solucionar esse e muitos outros problemas financeiros de todos.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
Coach Financeiro
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