segunda-feira, 30 de maio de 2016

Em época de vacas magras.....







Em época de vacas magras não tem segredo: arregaça a manga, levanta a cabeça e mãos à obra! Nada mais importante do que alavancar a sua vida, principalmente a financeira, por meio da sua força interna. Quais palavras fazem parte do seu script interior? Aquelas que levam você além? E aquelas que fazem você permanecer aquém?

Como estamos focados na magreza dessas nossas vacas, não conseguimos enxergar senão a estranheza da sua pele, a exposição dos seus ossos e discrepância da sua aparência. Podemos fazer mais do que fazemos hoje? Se nossa época for de vacas magras pouca coisa irá tão longe do que já estamos experimentando
.
Mas se estamos falando que nossas vacas estão magras é por que elas ainda nos pertence, elas ainda não se foram. Os passos para sairmos dessa situação inconveniente são simples e de fácil aplicação:

1. Vamos confinar nossas vacas. Quando estamos nos estruturando financeiramente precisamos inicialmente procurar o equilíbrio entre nossas receitas e despesas. A busca inicial pelo benefício e custo. Nenhum sacrifício no consumo é pequeno nesse momento crucial para a engorda das nossas vacas. Analise sua consciência e mude seus hábitos.

2. Cuidar do pasto velho. Se tivermos passivos financeiros (dívidas, contas atrasadas, etc) temos que resolver essa situação. Ir a fundo à situação de cada uma delas, detectando onde está consumido nosso dinheiro e quitar. Ajustar o consumo e acabar com o desperdício. No terreno descuidado a erva daninha toma conta.

3. Buscar novas paragens. Por em prática suas maiores aspirações é um movimento natural que deveríamos fazer. De alguma forma se tivemos um olhar para um propósito que nos apaixona, que nasce do nosso talento e que gera uma boa grana, isso nos impulsa ao “infinito e além”. Veja nesse terreno fértil como suas novas sementes lhes darão excelentes frutos e parta para a ação.


Agora ao reescrever seu lema de origem, você muda a percepção que você tem da sua vida financeira. Não há como querer resultados diferentes em nossa vida financeira se continuarmos aboiando as vacas magras. Em épocas de vacas... que sejam todas gordas e cheias de muita abundância.


Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach



sexta-feira, 27 de maio de 2016

SALVAR





Voe Gol? Se você já voo pela companhia Gol Linhas Aéreas sabe do que estou falando. Esta companhia foi uma das primeiras a cortarem dos seus custos os lanches gratuitos aos seus passageiros, passando a cobrar por esse serviço. No começo pareceu interessante, mas não se sustentou por muito tempo. Logo em seguida passou a oferecer lanches frios grátis aos clientes como em outra companhia concorrente, mas com baixíssimo custo (água e biscoito integral), mantendo o serviço pago de lanche quente. Por que isso? Por que a empresa entende que a redução de custos geram maiores lucros, que podem ser divididos entre os seus acionistas, deixando-os mais felizes.

Toda essa ladainha é para questionar o por que de não fazemos isso também em nossa vida financeira. Como ouvi de alguns clientes da Gol. “Estou indo nessa companhia por que não tinha outra opção, pois seu lanche é uma miséria”.  Mas, é o lanche que move essas pessoas a comprarem suas passagens? Decerto não. Mas é o que fica na cabeça das pessoas, pois elas têm uma má interpretação quando se fala em redução de custos. Muitos até pensam que essas empresas estão em dificuldades financeiras.

São esses pensamentos de escassez que levamos a toda carga em nossa vida financeira, também. Muitas vezes ostentamos, esbanjamos, por que entendemos que ao reduzir os custos do nosso dinheiro em nossa vida, vai parecer que vivemos em eterna dificuldade financeira. De certa maneira isto é uma verdade: quando vivemos com espírito de pobreza em nossas atitudes e pensamentos.

E aqui eu quero que você pense diferente. Realmente, quando falamos em economizar, estamos dizendo a nossa mente, ao universo, que queremos nos privar de alguma coisa. O sentimento de privação não nos leva a ação, e assim, não seremos efetivos em economizar. O importante é inverter esse modelo mental. Precisamos pensar em “salvar”. Isso mesmo! Salvar nos remete a fazer alguma coisa em prol de algo ou de alguém. De ser positivo. De ser proativo. E aqui, salvar-nos de nós mesmos, das nossas mazelas financeiras.

Lembre-se que as empresas reduzem custos para fazerem mais felizes os seus acionistas, na distribuição de lucros. Então você precisa fazer feliz o grande acionista da sua vida, que é você mesmo. Comece a “Salvar” seu dinheiro. Salve seu dinheiro do naufrágio dos seus desperdícios, da colisão dos seus gastos impensados, do suicídio do “eu mereço” e da UTI da ostentação e dos status.

Entenda bem: não é economizar, é salvar. Salvar o seu dinheiro para investir naquilo que é sua maior prioridade e o mais importante para a sua vida, nada mais do que a realização dos seus grandes sonhos.



Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach


terça-feira, 24 de maio de 2016

O que um senhor de 86 anos faz em sala de aula?







“O que um senhor de 86 anos faz em sala de aula, aprendendo sobre educação financeira, investimentos? – indagaram-se.” Uns acharam “bonitinho”, outros acharam “engraçadinho”, mas todos podem achar o que quiserem. Essa era uma prova viva de que é sempre tempo de aprender. Por que está ali? Por que a idade pouco importa para os persistentes, obstinados e sonhadores.

“Merece uma calorosa salva de palmas” disse o professor. Nada mais importante do que celebrar a vitória e se inspirar com tal atitude, com tamanho desafio. Se bem que na verdade, não era só desafio para aquele senhor de 86 anos, mas para todos nós que estávamos ali presentes.

Não devemos acreditar nessa voz interna que muitas vezes insiste em dizer que estamos velhos para isso ou para aquilo. “Sonhar?! Ora, estou mais para hora da morte do que em pensar em realizar sonhos - poderia dizer alguns mais velhos.” E ainda tem aquela voz interna que diz: “Estou muito jovem para isso ou para aquilo. Sonhar?! Quando ficar mais velho penso nisso - poderia dizer alguns mais jovens.”

Vejamos como exemplos duas figuras famosas pela as atitudes e escolhas que tomaram tendo em vista a idade que tinham à época. Primeiro o Warren Buffet, um dos investidores americanos mais ricos do mundo -  ele fez sua primeira aplicação em ação aos 11 anos de idade, e mais tarde ainda falou que tinha tomada essa decisão tarde demais. Segundo o Roberto Marinho, grande jornalista brasileiro - ele criou a Rede Globo de Televisão aos 60 anos de idade e hoje é esse poderoso veículo de comunicação que conhecemos. Cedo demais? Tarde demais?

Assim como o senhor de 86 anos que estudava com a gente naquela aula de Educação Financeira, outra aluna de 15 anos também fazia se presente naquele ambiente. O que importa? Se queremos fazer realmente uma transformação em nossa vida, qualquer que seja ela, precisamos começar agora. Não se prenda aos anos que lhe fala os documentos, se prenda às suas escolhas de realizar os seus sonhos.

Resultado desses dias de aprendizado? Todos saíram com a certeza que o caminho tomado foi o mais certo: investir primeiro em educação. E mais ainda, saíram comprometidos em realizar os seus mais acalentados sonhos, usando como meio para isso, aplicar nos investimentos dinâmicos do mercado financeiro brasileiro. Da pessoa mais nova, com 15 anos, à pessoa mais velha, com 86 anos.




Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Coach Financeiro
Coach Pessoal



sábado, 21 de maio de 2016

As 4 dívidas tops mais preocupantes






Vamos desmistificar logo de início: todas as dívidas são preocupantes. Alguns em menor outras em maior grau de preocupação. E quando falamos de dívidas, está no controle do seu leme é crucial, questão de sobrevivência. Se você ainda não é capitão do seu navio, está na hora de fazer o seu motim interno; e de buscar sua bússola, ajustar seu quadrante e pôr firmeza no leme em direção aos seus sonhos.

Lemes em mãos, não custa aprender por que as dívidas são classificadas como preocupantes. Assim elas são chamadas por que você paga juros, que não são para você. São para um banco, uma financeira, um agiota. Você está tornando ricas outras pessoas com os seus pagamentos. Entenda, não estou falando de um juro, mas de juros sobre juros. E haja multiplicação de riqueza para quem recebe.

Para efeito didático, podemos classificar as dívidas mais preocupantes no ranking que se segue abaixo.

1. Dívidas de agiota. Para não ter conversa. É crime. Ninguém pode emprestar, sem autorização expressa em lei. Quem assim o faz é agiota. E agiotagem é crime, é estelionato, pois nessas operações de empréstimos são cobrados juros, não só extorsivos, mais criminosos. Nas operações legais, você só compromete seu nome no mercado, aqui você compromete a sua vida e das pessoas que lhe são caras.

2. Dívidas com financeiras. Qualquer coisa que lhe vendam que não precisam consultar se você é ou não bom pagador, alguma está errada para começo de conversar. Existe o cadastro positivo exatamente para que os custos do dinheiro sejam menores para as pessoas tomadoras. Se não se preocupam com isso, é por que de alguma forma irão lhe arrancar o couro. Trocando em miúdos, você vai pagar juros altíssimos, e sempre nas primeiras parcelas da dívida. Vá que você não seja um bom pagador...

3. Dívidas de cartão. O cartão é um instrumento para auxiliar você, mas na maioria dos casos se tornou um inimigo da boa educação financeira. Antes de qualquer coisa saiba que cartão de crédito é uma dívida, mesmo que você pague ele em dia. Por que você está usando de um dinheiro que não é seu. E não pagar em dia, poderá deixar você sem cabelos e unhas, pois seus juros são os maiores do mercado.

4. Cheque especial. O nome diz tudo: especial. Seria para você usa numa emergência qualquer, por um período muito curto. Acontece que muitas pessoas, estão usando essa modalidade como salário. O salário do mês, quando recebem, é apenas para cobrir todo o cheque especial, com juros nada convidativos. Imagine qu.e você está deixando pelo menos 1/5 do seu salário com esses juros

Se por acaso você está encalacrado com alguma dessas aí, hora de arregaçar as mangas para se livrar dela. Para ser capitão do seu navio, você precisar assumir suas responsabilidades, e passa, pela mudança drástica dos seus hábitos. Nenhum sacrifício é pequeno quando o assunto for livrar dessas dívidas.


Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach



quinta-feira, 19 de maio de 2016

Cartola FC








Se você veio ler sobre as melhores dicas e estratégias para jogar no Cartola F.C., bem... Não é por aqui, mas quem sabe uma hora não nos aventuramos por esse caminho. Aqui nós vamos tratar de outra coisa muito importante para utilização desse Fantasy Game.

Por incrível que você possa pensar, podemos usa o Cartola como uma fonte bastante interessante de aprendizado, uma ferramenta que tem condições de auxiliar em nossas opções financeiras, e, claro, ser uma opção de criar relacionamento com outras pessoas com visões diferentes, além disso permite consolidar amizades, apesar das apostas.

Como aprendizado, o game pode servir como um simulador quando o assunto for aprender investir, com o pouco que você tem. Perceba que começamos o jogo com $ 100. A partir daqui tudo vai depender das suas estratégias e das suas escolhas. Você pode jogar com a sorte e fazer suas escolhas aleatoriamente, que podem não dar em nada ou em perda do seu patrimônio. Mas, podemos escolher fazer os melhores investimentos e ter retornos abundantes em nosso patrimônio. Esse é o X da questão. Se você quer aprender a investir o dinheiro do seu bolso, o Cartola é uma ferramenta legal. Jogue e pense como se estivesse investindo no mercado financeiro: analise os riscos das suas compras, veja as melhores estratégias de rentabilidade, opte por ganhos dinâmicos e comemore o alto retorno dos seus investimentos.

Como uma ferramenta, que auxilia suas opções financeiras, você possa refletir sobre como o seu comportamento está afetando a sua maneira de lidar com dinheiro, mesmo que seja ele fictício. Ali você pode enxergar seus medos, seus anseios, sua displicência, sua negligência, e assim, corrigir sua vida financeira no mundo real.

Como fonte de novos relacionamentos não tenha dúvida que é um grande mercado onde você poderá expandir sua network. Veja, você não precisa pensar em criar novas amizades, mas participar de fóruns de discussões que permitam você expandir a sua mente. No momento que participamos de ligas, por exemplo, conhecer como cada jogador se comporta, como escolhem suas estratégias, tornam-se relatórios que também auxiliam nossas análises financeiras.


E, por fim, não tem nada melhor do que compartilhar alegrias, zoações, discussões calorosas com os amigos. Isto estreita laços e consolidam amizades. Se bem que de vez em quando, uns insistem em mi mi mis.


Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach




quarta-feira, 18 de maio de 2016

Emoção e Razão: farinha do mesmo saco








“Sartre me responde aqui uma pergunta. – falou umas das participantes aposentadas. É muito bonito e racional falar dessa forma, de que temos que controlar nossas finanças, gastar menos, economizar nas “besteiras”. E onde fica a emoção de tomar um cafezinho expresso? De comer um belo brigadeiro sem culpa?” - finalizou.

“Muito obrigado por fazer essa pergunta tão pertinente – respondi com emoção na voz. Nada mais importante do que refletir sobre isso que você falou – completei. ”

Quando lidamos com dinheiro, longe de sermos racionais como pensamos ser, somos pura emoção. Deixamo-nos levar por caminhos sinuosos e cheios de armadilhas arquitetadas por nossa mente.

Não há terreno mais árido do que aquele em que tomamos nossas decisões baseadas apenas na racionalidade. Achar que todas as nossas escolhas devam ser racionais, como se isso fosse considerada a mais correta entre todas as escolhas que devemos fazer, é ledo engano. A racionalidade nos faz acreditar que ela, geralmente, é a escolha e a decisão mais certa.

No outro extremo, na ingenuidade de querer compensar nossas mazelas racionais, nos afundamos em escolhas e decisões carregadas de emoções que nos deixam cegos para o que verdadeiramente importa em nossa vida, nas suas diversas dimensões, e principalmente a financeira.

Na verdade, precisamos falar aqui de equilíbrio. Nem tanto ao mar, nem tanto a terra. Não as suas eliminações. Os extremos minam nossa estabilidade. A verdade é que precisamos refletir sobre a dosagem que usamos na hora de fazer escolhas e tomar decisões. Assim não nos sentiremos carrascos de nós mesmos.

É importante racionalizar, para nos fazer refletir sobre os caminhos e os objetivos pelos quais estamos almejando. Mais importante, ainda, é complementar tudo isso com porções daquelas emoções que imprimem sabor e alegria as nossas vidas.

Como farinha do mesmo saco, emoção e razão se misturam para formarem um novo sabor. O sabor de quem aprendeu a lidar com suas escolhas e decisões, uma hora com pintadas a mais de razão, outra hora com pitadas a mais de emoção.



Sartre Santos

Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach


sábado, 14 de maio de 2016

Primeiros passos rumo a sua riqueza financeira








Na hora de investir muitos procuram facilidade, ganhos altos e muita segurança. Evidente que essa é uma busca interessante e pela qual todo investidor almeja. Entretanto, esses objetivos só podem ser alcançados com muita dedicação, estudo, leitura, análise, e outros fatores que contribuam para que se obtenha os melhores parâmetros para uma decisão correta e coerente, as quais minimizem os riscos.

Este é um conselho de praxe que todos que trabalham com finanças costuma emitir em seus relatórios de análise de mercado. Mas é a pergunta que ainda fica é aquela: “Afinal de contas, para quem está começando no mercado financeiro, por qual porta deve  entrar?

Não tem segredo: pela Educação Financeira. Não recomendaria a ninguém que não tivesse feito todo um trabalho de educação financeira, entrar em qualquer porta do mercado financeiro. Isto é condição sine qua non. Essa educação deve permitir que a pessoa tenha reflexões claras sobre o seu comportamento quando lida com dinheiro, como também identificar os seus conhecimentos sobre a maneira como lida com a organização das suas finanças pessoais.

Essa condição elimina qualquer dúvida sobre riscos e rendimentos, além de dar clareza suficiente para entender que investir não é um jogo de adivinhação que quem ganha mais é aquele que tem uma previsão obtida por meio de bola de cristal.

“Professor, posso dizer que com o aprendizado sobre educação financeira tenho plenas condições para investir no mercado financeiro? Perguntou-me um aluno. Essa é apenas a condição primeira. Após isso, deverá aprender sobre cada modalidade de investimentos que se pretenda investir. “Mas por onde começar então? Retrucou. Por onde você se sentir mais à vontade.

Se achar que a caderneta de poupança lhe garante criar o hábito de guardar para investir, então começa por ela. Se um CDB ou Tesouro Direto lhe chama mais atenção e você está disposto a empregar uma energia inicial maior no seu aprendizado, pode começar por aqui também. Mas, lembre-se, todo e qualquer investimento (desde a caderneta de poupança até ações), vai requerer sempre estudo e dedicação.

O mais importante disso tudo é que vai lhe permitir fazer mudanças no seu modelo mental quando o negócio é lidar com dinheiro. Formos culturalmente educados a usar nossas receitas apenas para cobrir nossas despesas do mês, isto é, meu salário pelos meus gastos mensais. A urgência é aprender primeiro guardar para investir na realização dos seus sonhos, e somente depois gastar.



Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach





quarta-feira, 11 de maio de 2016

Redesenhe o seu mapa









Como diz um velho ditado: “Se não sei para aonde estou indo, qualquer lugar serve”. Isto é o mesmo que cometer um suicídio sem saber que está cometendo tal ato. E o pior de tudo, que ainda se põe a culpar outras pessoas, entidades, governos pelos seus próprios atos impensados. E longe se vai, quando o pai e a mãe se tornam o vilão dessa história.

Se fazemos isso com muitas questões de nossas vidas, e, diga-se de passagem, que algumas delas são bem convenientes e propositais, imagine os disparates que fazemos com a nossa vida financeira. “E, meu amigo, uma vida financeira sem objetivos é o mesmo que se afundar numa areia movediça no meio do deserto”.

Como tudo na vida, não ficamos a ermo na escuridão de uma floresta virgem, isto também tem solução. E por mais complexa que você possa imaginar, a ponte que atravessa uma vida sem objetivos para outra, onde o foco permanente é na construção de realizações pessoais (e financeiros), existe e tem uma estrutura sólida e confiável. Para isso, siga o mapa.

A partida inicial do seu mapa para uma vida com objetivos pessoais (e financeiros) começa com o seu comprometimento em fazer uma análise minuciosa do seu comportamento e dos seus hábitos pessoais (e financeiros). Assim, você resgatará você mesmo dos riscos sem rumos que você vem traçando ao longo do tempo. Feito esse resgate, você irá perceber por onde você impregnou suas energias, e dessa forma, dirigi-las para o que realmente importa.

Ao reconhecer os seus caminhos pessoais (e financeiros) você se habilita em rearrumar os novos traçados em seu velho mapa. Entretanto, na maioria das vezes, você transforma o velho mapa em um novo com propostas muita mais claras e consistentes.  E nesse novo formato, a visibilidade dos pontos de chegada aflora como uma flor de mandacaru na caatinga do sertão nordestino.

Fortaleza que se torna sua morada, quando você se permite encontrar seus objetivos pessoais (e financeiros), com a identificação dos seus hábitos por meio de um bom diagnóstico diário, do qual você sabiamente adotará nos seus momentos de transmutação e de turbulência pessoal (e financeira).


Sartre Santos

Educador Financeiro AfFin

Financial and Personal Coach





terça-feira, 10 de maio de 2016

O poder de nossas crenças









Agimos ainda com muita passividade ao não acreditarmos na capacidade que temos em realizar muitas coisas em nossas vidas. Teimamos em sabotar nossos melhores sonhos, com o temor de sermos reprovados por outras pessoas, e nessa crença, somos os primeiros a quem nos damos uma menção inferior.

Isso se deve as crenças limitadoras que formamos ao longo da vida, de um lado saberes religiosos de que o dinheiro é a raiz de todo mal, de outro, a palavra de alguns que insistem em nos dizer que não conseguiremos realizar nossos desejos. Isso tem se tornado um martírio na construção e no crescimento da nossa vida profissional e pessoal.

Entender que as crenças são fontes limitadoras e correntes pesadas que atrasam nossa vida é um passo importante para que possamos encontrar os meios para nos libertar desses grilhões que só atrasam nossa existência.

Imagine, que no processo de lidar com dinheiro, as crenças têm um papel poderoso, e que define como iremos encarar a vida, se com uma visão de abundância ou uma visão de escassez. Crenças tem o poder, ainda, de nos manter na pobreza, sejam nas ações do crescimento como profissionais, sejam nas ações de querermos obter riqueza.

Assim falando, podemos dizer que a tríade ser, fazer e ter é que irá permitir com que encaremos a busca da nossa riqueza como algo natural, longe das crenças que nos aprisionam, por justificar, que querer ter mais riqueza não é coisa de Deus.

Mas a riqueza não nasce primeiro do querer apenas ter coisas. Para que encontremos a riqueza, o primeiro passo é SER, isto é, ter autoconsciência de nossas vidas e entender nossos comportamentos no ambiente em que estamos inseridos e o que isso afeta nossa relação com o outro. Essa compreensão de nós mesmos é o nosso encontro com a felicidade interior. Depois disso, nós queremos FAZER, que a busca do conhecimento fora de nós mesmos para usarmos como ferramentas para garimpar nossa riqueza e a melhor maneira de fazer suas aplicações nessa caminhada. E por fim, queremos TER, que é o poder de realizar sonhos, como o principal e prioritário objetivo de nossas vidas.


Esse é o papel que nos cabe: quebrar nossas crenças para que possamos enxergar nosso potencial de riqueza, por meio da realização de nossos sonhos.


Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach



segunda-feira, 9 de maio de 2016

Casar ou não casar? Eis a questão...









Pois é... eis a questão!  Esta é uma seara que envolve muita emoção, muito amor e muito planejamento. “Se este é o momento para casar em razão do cenário brasileiro, necessário uma reflexão profunda eu diria”. Não estamos tratando aqui de algo material e de consumo fácil.

Temos que entender que casar é uma decisão pessoal, primeiramente, e, do casal unicamente. Apesar de muitas vezes querer que outros opinem sobre essa decisão, mas que no frigir dos ovos, ninguém deve meter a colher. Muitos menos querer adivinhar se vai dar certo ou não esse enlace.

Se pensarmos pelo cenário econômico que estamos vivendo, poderíamos dizer de pronto que essa não seria uma boa decisão a ser tomada. Muitos já se arvoram especialistas no assunto, alardeando a necessidade de um provável adiamento da data matrimonial, para um momento mais propício.

Não é impensada uma decisão de adiamento desde que tomada por base alguns fatores:

·        Há uma decisão planejada financeiramente para realização da cerimônia?
·  Os custos de uma eventual festa comemorativa serão pagos a vista e com desconto?
·        Haverá tomada de recursos de terceiros?
·        A cerimônia, a festa, as lembranças, é consenso entre o casal?
·        O que o casal mais quer: uma festa para outros ou big viagem para os dois?
·        Este é um sonho acalentado por ambos?

A reflexão deve ser feita com parâmetros claros que possibilitem uma tomada de decisão acertada por ambas as partes. Entender que as emoções se afloram enormemente e que pode desvirtuar o processo pelo qual a melhor escolha deva ser feita. O importante é levar em conta essas emoções sem perder de vista a necessidade de um minucioso planejamento financeiro, procurando fazer a conta certa para os custos que advirão desse momento maravilhoso.

“Mas é para ser só uma vez na vida!” Por isso mesmo, e que deve ser bem feito, para que não comecem a nova caminhada atolados em dívidas, as quais poderão ter consequências imprevisíveis no futuro. Perscrute suas consciências, planeja seus sonhos, foco na conta certa e faça acontecer.



Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Perdi meu celular







Conta uma história que determinado dia uma mãe passeava pelo parque com o seu filho, como era de costume todas as tardes de domingo. Neste dia ela comprou para o sem filho uma casquinha de sorvete com uma bola, do sabor que ela mais gostava e sempre pedia. Assim feito, entraram na soverteria e compraram o sorvete. O menino todo animado, pegou seu sorvete e começou a se deliciar. Entretanto, ao sair da sorveteria, o menino deixou a bola do sorvete cair na calçada. Ele olhou para a mãe todo desanimado, fez aquela cara de choro. A mãe, sempre protetora, retornou a sorveteria com seu filho para comprar outra bola de sorvete. Mas, logo ao lado tinha um cartaz com outro delicioso sorvete de três bolas. O menino olhou para mãe dizendo que desta vez ele queria aquele. O que a mãe deveria fazer? Reflita de verdade qual dos sorvetes compraria e por que faria isso. Refletiu? Pode continuar.

Bem, se a mãe der ao filho as três bolas de sorvete, depois dele deixar a sua bola cair na calçada, ela estaria premiando a negligência do filho. O filho poderia entender que toda vez que lhe ocorresse uma coisa errada, ele poderia ser premiado com algo melhor.

Mas foi um acidente, um esquecimento, muitos poderiam argumentar. Em um desses esquecimentos que uma colega apareceu desesperada. “Perdi meu celular!” exclamou ela. “Meu Deus, o que faço agora? Ajudem-me, por favor!” pediu. Claro que ajudamos. Nessa algazarra na procura pelo celular lhe perguntei: “E o que você fará se não encontrar?”. E ela me respondeu: “O jeito vai ser comprar outro. Só que desta vez quero um mais caro e bem melhor!”. Não fez essa besteira, ela encontrou o celular.

Percebem? Insistimos em nos presentear com coisas mais caras quando cometemos erros (que podem se repetir), e, ainda, transferimos esse comportamento para a família. Se você acreditar que seu esquecimento, sua displicência não é um erro, fica complicado acreditar que com esse comportamento você será capaz de realizar sonhos. Mesmo porque, quando agimos dessa maneira não pensamos no amanhã. Um passo para descompensacão financeira. No final, quem pensa pequeno opta pelo agora. É aquele comportamento que, quase sempre, quem compra coisas para o prazer imediato faz isso na tentativa fútil de compensar a insatisfação com a vida.

Agora, aqueles que pensam grande preferem o equilíbrio e a riqueza da realização dos seus sonhos. Eles sabem o que querem e assumem os resultados da sua vida, e agem segundo a sua programação mental que tudo vai dar certo. Elas focalizam no que querem, e aquilo que focalizam se expande. Concentram-se nas oportunidades, e dedica seu tempo e a sua energia na conquista daquilo que querem.



Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach


quinta-feira, 5 de maio de 2016

Liberdade, igualdade e fraternidade.








Tenho falado constantemente da necessidade de estar no controle de nossos gastos, fazendo a conta certa para isso. Essa ferramenta simples tem o poder de nos ajudar a colocar nos eixos as nossas finanças, nos seus diversos aspectos, desde gastar até investir. O que está por detrás disso é o nosso comportamento e nossa atitude frente aos nossos desafios pessoais, em todas as dimensões da nossa vida, não somente a financeira.

Por isso que, quase sempre, reduzimos todos os nossos problemas às questões financeiras. E quando expressamos tais sentimentos, acobertamo-nos por meio de desculpas como: “Sartre, falar em administrar dinheiro vai restringir nossa liberdade”. E... “Sartre, eu ganho tão pouco que não tenho muito do que cuidar”.

Longe de querer ferir seus ideais de liberdade, igualdade e fraternidade é imperativo cuidar do dinheiro que você ganha. Como defender causas tão importantes se coisas que deveriam ser básicas não estão sendo cuidadas? Ao permitir, primeiro refletir, e em seguida, administrar bem o seu dinheiro, isso com certeza influencia na maneira que você dirige seus ideais. Dinheiro não é o fim no mundo, mais um instrumento, que mesmo com todos os defeitos, possibilita que lutemos com mais firmeza na construção e implantação dos nossos ideais.

Do outro termo, quem foi que disse que quem tem pouco não precisa administrar seu dinheiro? Muito pelo contrário é esse o momento que podemos atingir nosso maior aprendizado com relação ao dinheiro. Quando pensamos pequeno, abnegamos do controle do nosso dinheiro. Portanto, ao pensar pequeno ou ao pensar grande, gastaremos a mesma energia, vamos ter o mesmo trabalho. Importante saber como estamos pensando.  Grandes sonhos serão melhores geridos, por aqueles que consegue gerir também os seus pequenos sonhos.

Então, não podemos falar de educação financeira, se não formos capazes de administrar nosso dinheiro, por pouco que ele seja, e achar que o dinheiro seja capaz de tirar nossa liberdade.  O importante é identificar nossos sonhos, criar contas para cada um deles e destinar parte dos nossos rendimentos para realiza-los. Garanto a você, que agindo assim, além de realizar seus objetivos, você também contribuirá para realização de objetivos de muitas outras pessoas, e assim, consolidando cada vez mais seus ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.





Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Olha a quentinha!






R$ 9,00 reais é o valor de uma quentinha aqui no Hebert, que pesa em torno de 700g. São vários sabores ao longo da semana. A última foi de bife com batata frita, arroz, feijão, beterraba, salada de alface e tomate e farofa. Pareceu gostosa? E estava. Tempero caseiro muito bem utilizado e de boa procedência.

Num self service dos mais baratos, o quilo custa R$ 35,90. Aqueles que são quase exclusivos de uma empresa ou concessão no serviço público. Imaginando que você coma 500g, vai sair por R$ 15,95. Se você sair desse mercado fechado, o preço do quilo vai girar em média de R$ 45,00. O que custaria R$ 22,50, meio quilo.

Qual a diferença de um para o outro além do preço? Na quentinha, é prato feito, você não altera nada. Para suas escolhas são duas ou três variedades oferecidas pelo Hebert no dia. No self service é aberto, você coloca o que quiser (conforme as opões do balcão), na quantidade que achar conveniente. Essa variação de pratos é um dos fatores da diferença de preços, além de você ter o ambiente para degustar a comida.

Para que toda essa propagada? É para que possamos mais uma vez fazer a conta de como nós estamos utilizando nosso dinheiro.  Conta simples, que nos coloca no eixo das nossas finanças e que nos permita enxergar de forma clara nossos hábitos financeiros.

Não estou dizendo que você deva a partir de agora passar a comer quentinhas, com o objetivo de economizar alguns centavos, como poderá sugerir (lembre-se que centavo é dinheiro). Estou dizendo é que numa situação de organização financeira, você precisa analisar as várias opções que tenha à mão. São essas percepções que farão surgir insights para fazer as correções de caminho na sua vida financeira.

Como disse um colega: “Agora entendi por que me preocupar com os pequenos gastos. No último mês vinha chegando atrasado, 2, 5, 10, 15 minutos por dia, e, ao final do mês, eu estava com mais de 200 minutos em débito. Se fizer isso com meu dinheiro, ao final de um ano, estarei com um rombo imenso na minha conta bancária, e o problema é que já estava sentindo esse hábito corroendo o meu dinheiro. Então é hora de acabar com ele e criar outro que me traga riqueza ”.

Por isso devemos insistir em sempre fazer a conta certa. Não estamos falando em ser sovina, pão duro ou mão de vaca, pois esses comportamentos não levam ninguém a lugar nenhum e não realiza sonhos. Nós estamos falando em adotar um comportamento de constante reflexão sobre o dinheiro. Exorcizar emoções como a VAIDADE, OSTENTAÇÃO, IMPULSO, por meio da adoção das emoções como RAZÃO, AUSTERIDADE, FRIEZA.


Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach


terça-feira, 3 de maio de 2016

Investir em quê?







Acredito que você já recebeu diversas mensagens convidando você a investir “Nas 5 melhores ações do mercado”, ou “Seja campeão, invista nas 10 melhores ações tops”, ou mais “Passos mágicos para ganhar muito dinheiro no Tesouro Direto”, coisas desse tipo.

Não posso dizer que são contos de fadas, pois não tive a “coragem” nem de ler tais prospectos. Fico meio ressabiado com todas essas promessas de lucros fáceis, e investimento é uma área que lucros fáceis passam longe.

Uma amiga me perguntava: “Qual o melhor investimento que posso fazer? Ao longo dos anos, o dinheiro que sobrava, sempre foi direto para a poupança. ” E completou: “Toda vez que pedia opinião do meu gerente do banco, ele me recomendava título de capitalização. Tinha prêmio, dizia o gerente para mim. ”

Falei para ela que essa era uma história que se repetia com muitas outras pessoas (arrisco dizer que com todos os clientes bancários, inclusive eu). O gerente estava lhe indicando um investimento pior do que a poupança, dizendo ser melhor em razão dos sorteios de prêmios. Quantos já ganharam nesses títulos? Com certeza é um investimento pior do que poupança, se não, um dos piores do mercado. Não se esqueça do Boi Gordo, Avestruz Master.

Se você pensa em investir seu rico dinheiro, tenho algo muito importante a lhe falar. Você precisará estudar sobre investimentos. Não que você vai se especializar para você mesmo agir como corretor de negócios. Não é nada disso. Entretanto, como você vai deixar seu dinheiro nas mãos de alguém, mesmo que seja um agente especializado, sem que você tenha ideia para aonde foi seu dinheiro?

A ideia aqui é que você estude sobre em que você quer aplicar, mesmo que você contrate um especialista, um consultor de investimentos para isso. Se você for para renda fixa, veja como mercado remunera, aprenda seus conceitos e opte conscientemente. Se for para o Tesouro Direto, entenda como está a política do governo, veja como o mercado aceita os títulos públicos. Se for para o mercado de ação, você vai precisar de mais dedicação nos estudos, vai precisar entender de riscos, de projeção. O importante de tudo isso, que investir não é loteria, não é um jogo da mega sena, que você fica cruzando os dedos esperando que seus números sejam sorteados. Aqui precisa de muito mais.


Muito mais quer dizer, mais dedicação em aprender sobre investimentos, em um nível confortável que lhe permita entender como, onde e porque seu dinheiro está aplicado naquela opção, e o mais importante, o quanto você terá de retorno do seu valor investido. Garanto, não é um bicho de sete cabeças. Lembra quando aprendia a andar de bicicleta? Ou aprendia a dirigir? O processo é o mesmo, muita energia no começo, mas lá frente é só colhe os bons frutos.



Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Ir ao cinema ou a um restaurante de luxo?







Sei que ir ao cinema é um momento maravilhoso, de descontração e que dar prazer. Ir a um restaurante de luxo, bem, não é para todos os finais de semana. O que quero dizer é que o cinema está “custando os olhos da cara”. Verdade ou desculpa?

Vamos nos emprenhar em alguns cálculos por aqui. Fazer a conta certa para não nos enganarmos sobre a maneira como imaginamos para aonde nosso dinheiro está indo. O problema disso é que não fazemos muitas contas para saber melhor sobre como estamos gastando e como tratamos o dinheiro que passa por nossas mãos.  Vejamos então a seguir.

Ir ao cinema parece relativamente barato. O ingresso no final de semana custa R$ 25,00 em média. Caro! Por quê?

Primeiro, por que pagamos esse valor por existir um “cartel” de cinema no Brasil. Entenda que tudo isso se dar pelo baixo número de salas de cinema no país. Maior demanda preços mais altos. Somos 68 mil habitantes por sala (Ancine, setembro de 2015), e as arrecadações continuam batendo recordes nos últimos tempos.

Segundo, se você consegue baixar o valor dos ingressos num patamar de R$ 8,00, em um dia da semana, é por que há muita gordura. É um interessante atrativo para chamar o público ao cinema, mas o preço da pipoca...continua o mesmo

Terceiro, nós pagamos sem reclamar. Mantemo-nos naquela relação com o dinheiro: o que são 25 reais? Uma falta de respeito muito grande. Se estão dispostos a pagar caro, por que vou cobrar mais barato? Captou?

Tudo bem que posso está “morrinhando” com preço do cinema, você pode pensar. Saiba que tramita no legislativo a proibição de você levar sua própria comida para o cinema. A proposta é que seja exclusividade do cinema a distribuição e a venda de lanches. Que tal uma continha aqui para a gente se assustar?

Vamos lá. Uma pipoca média no cinema custa em média R$ 10,00, tamanho de uma pipoca de micro-ondas, que custa R$ 2,20 no mercado. Aqui uma margem de lucro maravilhosa, se comparado a de micro-ondas, um ganho CINCO VEZES maior. Mas eles não vendem pipoca de micro-ondas. Eles vendem pipoca feita na hora. Dar para imaginar o custo. Meio quilo de milho cru, faz mais ou menos 10 pipocas médias. Pense comigo, se meio quilo custa R$ 1,50. Isso mesmo, você gasta R$ 1,00 e ganha R$ 100,00! E o refrigerante médio (500ml) a R$ 10,00.

A conta atualizada é essa: se eu for sozinho, no final de semana, vou deixar lá R$ 25,00 do ingresso, R$ 10,00 da pipoca, R$ 10,00 do refrigerante (nada de docinho, chocolate, etc), R$ 20,00 estacionamento. Total de R$ 65,00. Tem um camarão delicioso no Coco Bambu para duas pessoas por R$ 68,00 (não estou recebendo para fazer propaganda).

Devemos sim ir ao cinema, sempre. O que não podemos permitir é que sejamos extorquidos com valores tão altos cobrados nas bilheterias e nas gôndolas do cinema. Que permitam optamos por continuar (ou que voltemos a continuar, como em alguns casos) a levar nossos lanches de onde quisermos (entendeu? Lojas Americanas).




Sartre Santos
Educador Financeiro AfFin
Financial and Personal Coach