quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Seu Thomaz deixou o controle remoto
Aos 84 anos seu Thomaz deixou o
controle remoto, depois dos 25 de aposentadoria de um trabalho realizado com
dedicação, amor e muita competência. Naquela época, quando ainda trabalhava, ele
empregou muito esforço pessoal para que os resultados fossem os melhores
possíveis e que refletissem no sustento de sua família. Seu sonho após tantos
anos de trabalho era chegar em casa e descansar a frente de sua fiel televisão,
acomodando-se por dias em seu confortável sofá.
Assim feito, aposentado, realizou
seu antigo sonho de descanso. Mas, casado com a mulher que lhe deu uma linda
família e suporte amoroso ao longo desses tantos anos, não percebia como era
diferente seu comportamento com relação a ela. Enquanto sua mulher não parava
dentro de casa e reclamava sempre “desse homem” que não fazia nada, e ele lá,
sentindo-se ocupado a bisbilhotar infinitamente cada canal do seu controle
remoto.
Um dia, entretanto, passado 25
anos de sua aposentadoria, ele sentiu um sentimento meio estranho, entorpecido,
de quem deixou de fazer muito coisa por muito tempo. Levantou-se, espreguiçou-se,
percebendo que ainda vestiu um pijama rasgado e envelhecido pelo tempo, assim
como aquela sua barba branca que vivia por fazer.
Ainda meio tonto pela tomada de consciência
daquele momento, dirigiu-se ao banheiro para um bom banho e uma limpeza naquela
cara mal tratada pelo tempo. A
providência logo depois foi rasgar aquele pijama velho. Agora, sentindo-se
outro homem aos 84 anos, anunciou a sua mulher que a partir daquele momento
deixava de lado o seu controle remoto.
Assustada a mulher perguntou o
que tinha acontecido, e ele prontamente falou que tinha tomado consciência após
ver informações sobre uma determinada metodologia de educação financeira que
fez ele refletir sobre o por que ainda guardava tanto dinheiro e nada fazia
para realizar seus sonhos e investir na sua qualidade de vida, mesmo que quase
no fim da vida. Assim fez seu Thomaz: deixou o controle remoto e hoje os dois
planejam e estão realizando grandes sonhos.
Essa é a beleza de uma vida
consciente, o poder de realizar grandes sonhos e saber o valor de investir em
sua qualidade de vida (física, mental, emocional e espiritual). A Metodologia
Afluência Financeira – AFin, teve com seu Thomaz e vai ter com você, o poder de
mudar a sua vida por meio da tomada de consciência e de um processo que
culminará numa vida de riqueza e prosperidade.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Cure-se das dívidas
Podemos comparar o endividamento
como uma bactéria que se propaga e causa diversas doenças aos seus hospedeiros,
e que se não for cuidada a tempo pode levar a sequelas seriíssimas e até mesmo à
morte. Macabra realidade, porém é uma verdade da qual não podemos fugir, pois
se deixarmos uma pequena dívida se propagar poderá se transformar em grandes e
irreversíveis problemas financeiros e de saúde física, emocional, mental e
espiritual.
E o começo de tudo isso vem com
pequenas atitudes que são tomadas erroneamente. Em mais uma pesquisa recente
realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação
Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que quase metade (46%) dos
brasileiros atrasou ou deixou de pagar pelo menos uma conta em 2016. Apesar
disso, o percentual é menor do que em 2015, quando 53% admitiram ter pagado
alguma conta depois do prazo. As contas mais comprometidas em 2016 foram:
cartão de crédito (19%), conta de luz (17%) e internet (13%, com aumento de 4,0
pontos percentuais em relação a 2015).
Números como esse comprovam que o
endividamento tem batido fortemente a porta do brasileiro. Eu considero como
uma dívida muito preocupante quando alguém deixa de pagar o cartão de crédito,
em razão de suas altas e exorbitantes taxas de juros.
A pesquisa mostra ainda que esses
atrasos culminaram no aumento da inadimplência. Para se ter ideia, considerando
as pessoas que deixaram de pagar ou atrasaram o pagamento de contas nos últimos
12 meses, 65% tiveram ou estão com o nome incluído em algum serviço de proteção
ao crédito, sobretudo entre as classes C, D e E (69%). Quando se trata dos
entrevistados negativados nos últimos 12 meses, somente 15% conseguiram
regularizar a situação e 50% ainda estão negativados.
O que é critico nessa situação é
que a pesquisa revelou que oito de cada dez entrevistado não sabem ao certo que é estar endividado. Para eles estar endividado é ter o nome em algum serviço de
proteção ao crédito. Isso comprova que a falta de educação financeira é o maior
motivo para as pessoas se encontrarem nessa situação de endividamento.
É premente que atuemos em um
processo de educação financeiro que atinja o maior número de pessoas possíveis.
Só é possível promover uma mudança de comportamento mostrando a
elas diferentes e eficazes formas de lidar com o dinheiro. A
Metodologia Afluência Financeira é um poderoso instrumento que promoverá essa
mudança e dará empoderamento para as pessoas se tornarem prósperas. Da nossa
parte, estamos trabalhando o máximo para promover educação financeira para
todas as pessoas por meio deste blog, do site www.educafin.site.com.br, do
programa de rádio “Moedas e Milhões – Caminhos para a prosperidade financeira”
na Rádio Livre FM 98,1, de palestras, de cursos, da publicação em breve do
livro da metodologia e sempre promovendo muitas outras parcerias.
Assim, convido você a fazer parte
dessa corrente que levará riqueza e prosperidade a todas as pessoas em nosso
país, compartilhando nossas publicações, acompanhando-nos na internet e no
rádio e estimulando as pessoas a buscarem ajuda quando perceberem doentes
financeiramente.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
E por falar em Pre(o)vidência....
Não há como fugir dela, uma hora
você vai precisar pendurar as chuteiras, e quando chegar essa hora, que seja
como muita independência e saúde. Mas o erro é que muitos de nós só começamos a
pensar sobre isso quando já estamos na boca da trave, na hora do pênalti, no
momento do chute, e se erramos o gol, vamos ficar refém dos serviços de saúde
pública ineficientes, da ajuda de filhos e parentes, e até mesmo em grandes
filas de remédio grátis.
Para que a gente veja a dimensão
de como o pensar sobre a aposentadoria só chega tarde, pesquisa do SPC Brasil e
CNDL mostra que, mesmo os jovens tendo um diferencial muito importante em
relação a gerações anteriores, o imediato acesso à informação, ainda assim demonstram
certo desconhecimento sobre temas essenciais como a importância do preparo para
a aposentadoria. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e
a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que muitos tendem
a focar no presente e não se preparar corretamente para o futuro: quatro
em cada dez jovens de 18 a 30 anos (38,7%) não se preparam para a aposentadoria,
aumentando para 48,2% entre as mulheres e 43,6% entre os pertencentes às
classes C, D e E.
As principais alegações para
aqueles que não se preparam para a aposentadoria tem como argumento que não sobra
dinheiro (36,2%), acreditam ser cedo para pensar nisso (21,7%), e que não sabem
como fazer (21,3%). Quanto aos
desdobramentos possíveis para quem deixa de lado a preparação para a
aposentadoria, tendo como a consequência mais citadas pelos entrevistados, é o
fato de não poder viver tranquilamente na terceira idade por não ter uma renda
fixa mensal (31,2%). Outros 26,4% dizem que provavelmente terão um padrão de
vida inferior quando comparado ao padrão atual e 16,8% acreditam que não
poderão parar de trabalhar.
Mas existe ainda o outro lado da
moeda. Para aqueles que se preparam para aposentadoria, desconsiderando os
entrevistados que têm o INSS pago pela empresa, 61,3% dos jovens ouvidos na
pesquisa garantem preparar-se para a aposentadoria, sobretudo os que pertencem
à faixa etária de 25 a 30 anos (70,5%), homens (69,6%) e das classes A e B
(78,6%) e as modalidades mais comuns que eles utilizam são aplicação
em poupança (33,3% dos entrevistados) e o INSS pago de forma autônoma (19,3%).
Eles consideram ainda que os
principais motivos mencionados para se preparar para aposentadoria são o fato
de ser uma pessoa precavida (26,1%), o exemplo próximo de pessoas que não se
prepararam e tiveram problemas financeiros (20,2%) e a orientação recebida de
amigos e familiares sobre a importância de se preparar (19,0%).
As diferenças ainda são muito
poucas entre aqueles que se preparam e aqueles que não se preparam para
aposentadoria. No primeiro caso, vemos o fator cultural tomar conta do seu
comportamento, não consegue pensar e planejar a médio e longo prazos. No
segundo caso, vemos uma visão modificada quanto a pensar a médio e longo prazos,
porém com o planejamento da escolha da modalidade de aplicação, no mínimo,
equivocada.
É interessante ressaltar, para
finalizar, a importância de se fazer um processo de educação financeira urgente
para influenciar na maneira como os jovens veem seu futuro financeiro a longo
prazo. Por meio desse processo é possível modificar esse comportamento, e
principalmente, os hábitos que emperram o crescimento dessa população, e para
nós a resposta vem com a utilização a Metodologia Afluência Financeira – AFin.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Trabalhadores do Setor Público e Privado
Dados recentes do IBGE indicam uma grande diferença entre os
salários dos trabalhadores do setor público e privado. Em 2015, o funcionalismo
ganhava em média R$ 3.152 – 59,3% mais do que um empregado com carteira
assinada -, em 2016 essa distância passou para 63,8%. Os dados são da Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do IBGE.
As razões para haver essa
discrepância entre os salários desses dois setores se deram em função,
primeiro, o servidor público teve um aumento médio de 1,5% em 2016 em
comparação com 2015, enquanto o celetista encolheu 1.3%; segundo, em tempos de
crise, o empregador do setor privado pode demitir e contratar outro com um
custo menor, chegando a uma diferença de 21% entre os salários do demitido e do
novo contratado, enquanto no serviço público as regras são mais rígidas, quase
que impossível demitir.
Se não há demissões no setor
público como acontece no setor privado para os ajustes necessários nos custos
das organizações, essa diferença salarial deverá permanecer sempre em patamares
muitos altos. Para se ter ideia o funcionalismo público foi a única categoria
que o salário não caiu em nenhum momento da pesquisa, desde de 2012 quando esse
tipo de pesquisa teve início. Existem muitas outras discrepâncias salariais
encontradas na pesquisa, mesmo dentro do próprio setor.
O crítico dessa situação é que
quem perde é o país. Quando menos empregos no setor privado ou quando mais a
crise atingir essa categoria pior para a economia do país. Esse setor,
empreendedor por natureza, é o grande gerador de riqueza, o qual é capaz de
promover a inserção da grande maioria das pessoas no mercado de trabalho, e
assim ser o grande alavancador da economia em todas as suas vertentes. Sua
piora reflete na piora da qualidade de consumo do país.
Por outro lado, o setor público
tem suas prerrogativas que mantem em equilíbrio os serviços e investimentos do
país, mas por si só não é um gerador de riqueza. Ele é mais um mantenedor das
políticas públicas e do cumprimento da equidade das relações sociais e
coletivas. Entretanto, no que se refere ao ajustamento da economia como um
todo, tem sido mais um peso morto, um fardo, ainda mais que seu quadro de
funcionários está muito acima da sua necessidade, o que emperra a entrega de
resultados para a sociedade.
No que diz respeito a Educação
Financeira, pouco se difere as pessoas desses dois setores. Muitas vezes quem ganha
muito menos tem uma vida mais próspera do que aqueles que ganham mais em termos
salariais. E o segredo é simples, aqueles sabem a importância de uma gestão
financeira pessoal e do respeito que se deve ter com o dinheiro. Para eles o
dinheiro é um instrumento para
realização de sonhos, para os outros um martírio para o consumismo imediato.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro
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