quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Seu Thomaz deixou o controle remoto



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Aos 84 anos seu Thomaz deixou o controle remoto, depois dos 25 de aposentadoria de um trabalho realizado com dedicação, amor e muita competência. Naquela época, quando ainda trabalhava, ele empregou muito esforço pessoal para que os resultados fossem os melhores possíveis e que refletissem no sustento de sua família. Seu sonho após tantos anos de trabalho era chegar em casa e descansar a frente de sua fiel televisão, acomodando-se por dias em seu confortável sofá.

Assim feito, aposentado, realizou seu antigo sonho de descanso. Mas, casado com a mulher que lhe deu uma linda família e suporte amoroso ao longo desses tantos anos, não percebia como era diferente seu comportamento com relação a ela. Enquanto sua mulher não parava dentro de casa e reclamava sempre “desse homem” que não fazia nada, e ele lá, sentindo-se ocupado a bisbilhotar infinitamente cada canal do seu controle remoto.

Um dia, entretanto, passado 25 anos de sua aposentadoria, ele sentiu um sentimento meio estranho, entorpecido, de quem deixou de fazer muito coisa por muito tempo. Levantou-se, espreguiçou-se, percebendo que ainda vestiu um pijama rasgado e envelhecido pelo tempo, assim como aquela sua barba branca que vivia por fazer.

Ainda meio tonto pela tomada de consciência daquele momento, dirigiu-se ao banheiro para um bom banho e uma limpeza naquela cara mal tratada pelo tempo.  A providência logo depois foi rasgar aquele pijama velho. Agora, sentindo-se outro homem aos 84 anos, anunciou a sua mulher que a partir daquele momento deixava de lado o seu controle remoto.

Assustada a mulher perguntou o que tinha acontecido, e ele prontamente falou que tinha tomado consciência após ver informações sobre uma determinada metodologia de educação financeira que fez ele refletir sobre o por que ainda guardava tanto dinheiro e nada fazia para realizar seus sonhos e investir na sua qualidade de vida, mesmo que quase no fim da vida. Assim fez seu Thomaz: deixou o controle remoto e hoje os dois planejam e estão realizando grandes sonhos.

Essa é a beleza de uma vida consciente, o poder de realizar grandes sonhos e saber o valor de investir em sua qualidade de vida (física, mental, emocional e espiritual). A Metodologia Afluência Financeira – AFin, teve com seu Thomaz e vai ter com você, o poder de mudar a sua vida por meio da tomada de consciência e de um processo que culminará numa vida de riqueza e prosperidade.


Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro






sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Cure-se das dívidas



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Podemos comparar o endividamento como uma bactéria que se propaga e causa diversas doenças aos seus hospedeiros, e que se não for cuidada a tempo pode levar a sequelas seriíssimas e até mesmo à morte. Macabra realidade, porém é uma verdade da qual não podemos fugir, pois se deixarmos uma pequena dívida se propagar poderá se transformar em grandes e irreversíveis problemas financeiros e de saúde física, emocional, mental e espiritual.

E o começo de tudo isso vem com pequenas atitudes que são tomadas erroneamente. Em mais uma pesquisa recente realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que quase metade (46%) dos brasileiros atrasou ou deixou de pagar pelo menos uma conta em 2016. Apesar disso, o percentual é menor do que em 2015, quando 53% admitiram ter pagado alguma conta depois do prazo. As contas mais comprometidas em 2016 foram: cartão de crédito (19%), conta de luz (17%) e internet (13%, com aumento de 4,0 pontos percentuais em relação a 2015).

Números como esse comprovam que o endividamento tem batido fortemente a porta do brasileiro. Eu considero como uma dívida muito preocupante quando alguém deixa de pagar o cartão de crédito, em razão de suas altas e exorbitantes taxas de juros.

A pesquisa mostra ainda que esses atrasos culminaram no aumento da inadimplência. Para se ter ideia, considerando as pessoas que deixaram de pagar ou atrasaram o pagamento de contas nos últimos 12 meses, 65% tiveram ou estão com o nome incluído em algum serviço de proteção ao crédito, sobretudo entre as classes C, D e E (69%). Quando se trata dos entrevistados negativados nos últimos 12 meses, somente 15% conseguiram regularizar a situação e 50% ainda estão negativados.

O que é critico nessa situação é que a pesquisa revelou que oito de cada dez entrevistado não sabem ao certo que é estar endividado. Para eles estar endividado é ter o nome em algum serviço de proteção ao crédito. Isso comprova que a falta de educação financeira é o maior motivo para as pessoas se encontrarem nessa situação de endividamento.

É premente que atuemos em um processo de educação financeiro que atinja o maior número de pessoas possíveis. Só é possível promover uma mudança de comportamento mostrando a elas diferentes e eficazes formas de lidar com o dinheiro. A Metodologia Afluência Financeira é um poderoso instrumento que promoverá essa mudança e dará empoderamento para as pessoas se tornarem prósperas. Da nossa parte, estamos trabalhando o máximo para promover educação financeira para todas as pessoas por meio deste blog, do site www.educafin.site.com.br, do programa de rádio “Moedas e Milhões – Caminhos para a prosperidade financeira” na Rádio Livre FM 98,1, de palestras, de cursos, da publicação em breve do livro da metodologia e sempre promovendo muitas outras parcerias.


Assim, convido você a fazer parte dessa corrente que levará riqueza e prosperidade a todas as pessoas em nosso país, compartilhando nossas publicações, acompanhando-nos na internet e no rádio e estimulando as pessoas a buscarem ajuda quando perceberem doentes financeiramente.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

E por falar em Pre(o)vidência....



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Não há como fugir dela, uma hora você vai precisar pendurar as chuteiras, e quando chegar essa hora, que seja como muita independência e saúde. Mas o erro é que muitos de nós só começamos a pensar sobre isso quando já estamos na boca da trave, na hora do pênalti, no momento do chute, e se erramos o gol, vamos ficar refém dos serviços de saúde pública ineficientes, da ajuda de filhos e parentes, e até mesmo em grandes filas de remédio grátis.

Para que a gente veja a dimensão de como o pensar sobre a aposentadoria só chega tarde, pesquisa do SPC Brasil e CNDL mostra que, mesmo os jovens tendo um diferencial muito importante em relação a gerações anteriores, o imediato acesso à informação, ainda assim demonstram certo desconhecimento sobre temas essenciais como a importância do preparo para a aposentadoria. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que muitos tendem a focar no presente e não se preparar corretamente para o futuro: quatro em cada dez jovens de 18 a 30 anos (38,7%) não se preparam para a aposentadoria, aumentando para 48,2% entre as mulheres e 43,6% entre os pertencentes às classes C, D e E.

As principais alegações para aqueles que não se preparam para a aposentadoria tem como argumento que não sobra dinheiro (36,2%), acreditam ser cedo para pensar nisso (21,7%), e que não sabem como fazer (21,3%).  Quanto aos desdobramentos possíveis para quem deixa de lado a preparação para a aposentadoria, tendo como a consequência mais citadas pelos entrevistados, é o fato de não poder viver tranquilamente na terceira idade por não ter uma renda fixa mensal (31,2%). Outros 26,4% dizem que provavelmente terão um padrão de vida inferior quando comparado ao padrão atual e 16,8% acreditam que não poderão parar de trabalhar.

Mas existe ainda o outro lado da moeda. Para aqueles que se preparam para aposentadoria, desconsiderando os entrevistados que têm o INSS pago pela empresa, 61,3% dos jovens ouvidos na pesquisa garantem preparar-se para a aposentadoria, sobretudo os que pertencem à faixa etária de 25 a 30 anos (70,5%), homens (69,6%) e das classes A e B (78,6%) e as modalidades mais comuns que eles utilizam são aplicação em poupança (33,3% dos entrevistados) e o INSS pago de forma autônoma (19,3%).

Eles consideram ainda que os principais motivos mencionados para se preparar para aposentadoria são o fato de ser uma pessoa precavida (26,1%), o exemplo próximo de pessoas que não se prepararam e tiveram problemas financeiros (20,2%) e a orientação recebida de amigos e familiares sobre a importância de se preparar (19,0%).

As diferenças ainda são muito poucas entre aqueles que se preparam e aqueles que não se preparam para aposentadoria. No primeiro caso, vemos o fator cultural tomar conta do seu comportamento, não consegue pensar e planejar a médio e longo prazos. No segundo caso, vemos uma visão modificada quanto a pensar a médio e longo prazos, porém com o planejamento da escolha da modalidade de aplicação, no mínimo, equivocada.


É interessante ressaltar, para finalizar, a importância de se fazer um processo de educação financeira urgente para influenciar na maneira como os jovens veem seu futuro financeiro a longo prazo. Por meio desse processo é possível modificar esse comportamento, e principalmente, os hábitos que emperram o crescimento dessa população, e para nós a resposta vem com a utilização a Metodologia Afluência Financeira – AFin.




Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Trabalhadores do Setor Público e Privado




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Dados recentes do IBGE  indicam uma grande diferença entre os salários dos trabalhadores do setor público e privado. Em 2015, o funcionalismo ganhava em média R$ 3.152 – 59,3% mais do que um empregado com carteira assinada -, em 2016 essa distância passou para 63,8%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do IBGE.

As razões para haver essa discrepância entre os salários desses dois setores se deram em função, primeiro, o servidor público teve um aumento médio de 1,5% em 2016 em comparação com 2015, enquanto o celetista encolheu 1.3%; segundo, em tempos de crise, o empregador do setor privado pode demitir e contratar outro com um custo menor, chegando a uma diferença de 21% entre os salários do demitido e do novo contratado, enquanto no serviço público as regras são mais rígidas, quase que impossível demitir.

Se não há demissões no setor público como acontece no setor privado para os ajustes necessários nos custos das organizações, essa diferença salarial deverá permanecer sempre em patamares muitos altos. Para se ter ideia o funcionalismo público foi a única categoria que o salário não caiu em nenhum momento da pesquisa, desde de 2012 quando esse tipo de pesquisa teve início. Existem muitas outras discrepâncias salariais encontradas na pesquisa, mesmo dentro do próprio setor.

O crítico dessa situação é que quem perde é o país. Quando menos empregos no setor privado ou quando mais a crise atingir essa categoria pior para a economia do país. Esse setor, empreendedor por natureza, é o grande gerador de riqueza, o qual é capaz de promover a inserção da grande maioria das pessoas no mercado de trabalho, e assim ser o grande alavancador da economia em todas as suas vertentes. Sua piora reflete na piora da qualidade de consumo do país.

Por outro lado, o setor público tem suas prerrogativas que mantem em equilíbrio os serviços e investimentos do país, mas por si só não é um gerador de riqueza. Ele é mais um mantenedor das políticas públicas e do cumprimento da equidade das relações sociais e coletivas. Entretanto, no que se refere ao ajustamento da economia como um todo, tem sido mais um peso morto, um fardo, ainda mais que seu quadro de funcionários está muito acima da sua necessidade, o que emperra a entrega de resultados para a sociedade.

No que diz respeito a Educação Financeira, pouco se difere as pessoas desses dois setores. Muitas vezes quem ganha muito menos tem uma vida mais próspera do que aqueles que ganham mais em termos salariais. E o segredo é simples, aqueles sabem a importância de uma gestão financeira pessoal e do respeito que se deve ter com o dinheiro. Para eles o dinheiro é um instrumento  para realização de sonhos, para os outros um martírio para o consumismo imediato.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro