quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Geração Netshoes



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Desde a música Geração Coca Cola da banda Legião Urbana, que naquela época já retratava a questão do consumismo imediato e da dependência do Brasil com relação aos produtos manufaturados importados de outros países (o Brasil ainda hoje é dependente de suas commodities) até hoje, pouca coisa mudou, a não ser que vivemos uma Geração Netshoes. Explico.

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) sobre o consumo e utilização responsável de crédito e dinheiro pela juventude mostra que a maioria dos jovens brasileiros são impulsivos na hora da compra: 77% já se arrependeram ao comprar o que não precisavam. Além disso, o estudo revela que o consumo é valorizado pela maioria dos jovens, sendo que 86% afirmam que comprar aquilo que querem é uma das grandes alegrias da vida e três em cada quatro (75%) dizem que o objetivo na vida é trabalhar muito para poder adquirir bens como carro, celular, roupas, entre outros.

Pesquisa como esta demonstra aquilo que empiricamente vemos no dia a dia das famílias brasileiras. Os jovens de hoje não tiveram e ainda não têm educação financeira, assim como os mais velhos não tiveram. Esse é o maior problema quando a pesquisa afirma que o consumo entre os jovens é supervalorizado. E por meio desse consumo desenfreado, por desejos pequenos e efêmeros, por tecnologia, por festas, por roupas e tênis, que estamos vivendo uma Geração Netshoes. Esta geração em que todo consumo é feito via internet, e que são bombardeado sistemática e diariamente com promoções “compre batom” .

E que fazer? Não temos como fugir da solução da educação financeira. É necessário o investimento adequado do tema de educação financeira nas séries iniciais em nossas escolas. E mais importante ainda, para atingir o jovem que está entrando no mercado de trabalho, que passemos a disseminar o tema educação financeira de forma mais massificada e acessível a todos.


Da nossa parte, da Educafin – Escola de Educação Financeira que trabalha com a metodologia Afluência Financeira, nós estamos a todo o momento promovendo essa disseminação, seja por meio de artigos, seja por meio de programas de rádio, seja por meio da promoção e programação de treinamentos. Aqueles que nos acompanha conhecem todas essas ferramentas, e cabe a cada um de nós, divulgá-las e nos engajar para que cheguem ao maior número de pessoas possíveis.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Dona Neiva não é mais dona de casa



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Dona Neiva não é mais dona de casa. Até os seus 75 anos ela viveu para servir a família. Sempre dona de casa, nunca trabalhou. Filhos criados, restou-lhe a obrigação única de servir o marido em todos os seus desejos. Não sabia lidar com o dinheiro, a não ser aquele para as pequenas necessidades pessoais de fazer as unhas, cortar o cabelo, comprar uma chita qualquer, sem vaidades. Depois dos 75 anos, Dona Neiva vive outra vida. O marido se foi. Agora ela precisa enfrentar o mundo de outra maneira. Agora ela cuida do dinheiro, mesmo com auxílio de um dos seus filhos. Se antes era privação, agora ela sobe e desce a escada do seu apartamento sozinha para satisfazer suas necessidades de compra e consumo. O dinheiro sobra, é só para ela, quebrou a torradeira, compra outra nova. E depois de três anos, ela mudou e mudou da água para o vinho. Ela agora é livre!

Isso é de verdade, mudado os nomes para contar a história. Quando chegamos a este estágio de nossa vida, resta-nos muito o que fazer com ela, entretanto somos muitas vezes impedidos de o fazer. Quantos não conhecemos que o marido aposentado não deixa a mulher aposentada viver, ou vice e versa. E quantos não conhecemos que são os filhos que agem assim. Precisamos gritar, que nesse estágio agora somos livres!

O que quero dizer depois de ilustrar tudo isso? Não é uma verdade, mas poderíamos dividir a nossa caminhada por esta vida em três estágios: primeiro, a infância – a construção da base de nossa vida; a segunda, a maturidade – onde elevamos a paredes e finalizamos a construção da casa de nossa vida; e a terceira, velhice – o usufruto real da nossa moradia. Mas infelizmente no último estágio muitos parecem que ainda estão “em construção”. Vivendo com restrição, sem emoção e frustrado por está presos aos antigos grilhões.


É preciso urgência em libertar nossos país e avós! Precisamos lhes ensinar o valor da alegria de viver sem escassez, de ter o que lhe apetece e de seguir sua última jornada com a alegria da primeira infância. O dinheiro é um instrumento.  Se não lhes ensinaram isto antes, não é tarde para aprender. Hoje Dona Neiva está aprendendo a lidar com o dinheiro, e cada vez mais ela sabe o valor e o respeito que se deve a ele.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Nós podemos!



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Somente nós, munidos de muita educação financeira, seremos capazes de fazer frente às desigualdades financeiras que vivemos. Notícia recente diz que 8 pessoas, isso mesmo, 8 (oito) pessoas tem a mesma riqueza que 50% dos mais pobres do mundo, isto é, 3.6% bilhões de pessoas. Uma disparidade estarrecedora. Até onde podemos chegar? Essa mesma notícia ainda fala que em até 25 anos poderemos ter o primeiro trilionário da terra.

São números tão grandes que para nós fica até difícil de imaginar uma riqueza dessa magnitude. E por que uma distorção tão imensa? Obra e graça do capitalismo. Antes de criticar o capitalismo, precisamos entender por que essas pessoas chegam a essa riqueza.

De forma singela poderemos dizer que por meio do trabalho árduo, do desejo ardente e de muita educação financeira. E quando se fala em dinheiro, eles não medem esforços para aprender sobre ele, o dinheiro. Educação Financeira é o principal foco desses bilionários, e até mesmo do próximo primeiro trilionário.

Não é justo o capitalismo, isso é verdade. Porém, ele oportuniza cada um de nós. Somos cobrados a fazer sacrifícios para usufruir dos seus benefícios. Dormir 14 horas por dia, meditar mais 4 horas, pensar como se esse dia fosse o último, é o comportamento daqueles que não conseguem alcançar a sua própria riqueza. Isso não é meritocracia, isso é responsabilidade 100% sobre suas escolhas e sua vida financeira.

Muitos ainda acham caro investir em educação, de qualquer tipo. Para estes o capitalismo é selvagem. Nem todos terão as mesmas oportunidades, pois cada de um de nós somos seres únicos. Somos diferentes, entretanto não somos mais ou maior que ninguém enquanto ser humano. Mas aqueles que têm mais dinheiro do que nós é simplesmente por que se educaram mais que nós, fizeram os sacrifícios e renúncias para alcançar tal objetivo. E por que não fazemos? Escolhas que fazemos.

Quer mudar essas desigualdades? Quer ter um perfil diferente do que tem hoje? Quer experimentar riqueza na sua vida financeira? Levante, sacode a poeira e vamos a lutar. Eu e você podemos mudar tudo isso. Esquece chuva de dinheiro, sorte na loteria, herança que você não tem, e de novo vamos à luta. Eu e você podemos fazer diferente e melhor. Para isso, vamos investir em educação, sem pudor, sem medo e com a certeza que o futuro será de prosperidade. Temos o método, Metodologia Afluência Financeira – Afin, e temos como aprender (os cursos – www.educafin.site.com.br), com isso podemos fazer a diferença em nossas vidas, em especial a financeira.




Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro