domingo, 18 de dezembro de 2016

Espere um pouco



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Um dos melhores conselhos que devemos ouvir em nossa vida é esse: “Espere um pouco mais”. Assim como eu, você já ouviu essa frase várias e várias vezes em diversas passagens da sua vida, seja ao querer se entregar a uma nova relação, seja a tomada de decisão quanto a mudança de emprego e de cidade, e principalmente, com relação ao uso do seu dinheiro.

A nossa cultura sempre valoriza o imediatismo e muito disso vem com a disseminação da tecnologia digital, onde nos tornamos escravos de respostas imediatas, e se não a damos ou não a obtermos, somos tomados por sentimentos de raiva. Tudo fez com que perdêssemos a capacidade de planejar e fazer concessões em nome de um benefício posterior. Essa cultura pode fazer com o passado não exista, o futuro é algo que não consigamos imaginar e acima de tudo afeta nossas escolhas políticas, sociais e ambientais.

Quando se fala da pratica do agora, não quer dizer que você deve atender indiscriminadamente as suas necessidades, aos seus desejos, aos seus anseios de forma imediata e desequilibrada. Pensar e viver o agora é estar consciente da sua vida e das ações necessárias que devem ser praticadas. Uma das máximas disso é que o futuro se constrói nas ações do agora.

Nos perdemos em algum ponto desde o século passado, quando começamos a cultura do imediatismo. Não investimos a longo prazo, não queremos esperar nada. E o que queremos, queremos agora. E assim vivemos ansioso pelo que vai acontecer ou se lamentando pelo que deixou de acontecer.

Em nossa vida financeira percebemos isto quando compramos a prazo para ter aquele produto neste momento. Não sabemos guardar o valor desse desejo imediato para comprar de forma tranquila e sustentável, à vista e com desconto. Mas será que estaremos vivos daqui a ano? Assim pensam e agem quem vive de forma imediata.


E esperar um pouco mais, deixou de ser uma frase que constrói o futuro para se tornar um fardo para aquisição de bens imediatos que vão satisfazer de forma pequena e efêmera os desejos pequenos. Deixamo-nos levar pelos sonhos pequenos, e não planejamos os nossos melhores e maiores sonhos com medo de verdadeiramente realizar cada um deles. E se há uma solução, ela nasce da sua coragem de auto conhecer e fazer as mudanças que precisa em sua vida, em especial, a financeira. E isso se faz com meditação, oração e muita educação.


Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Dinheiro e religião




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Uma aluna me perguntou: “Sartre você vem falando que devemos alocar 10% no mínimo dos nossos recursos para os investimentos, e como fica o dízimo da igreja? Você é a favor ou contra quem dar esse percentual para sua religião? Respondi dizendo: “Minha cara, essa é uma pergunta não muito fácil de responder, pois é uma atitude muito pessoal. Entretanto, com o intuito de dar luz a nossa vida financeira podemos fazer algumas elucubrações.

Antes de tudo devemos separar o joio do trigo. Assim como no mundo das finanças podemos encontrar pessoas querendo tirar vantagens indevidas em cima dos mais incautos, isso também pode acontecer no mundo da religião. Por isso depende. Depende em que lugar você está querendo salvar a sua alma.

Saiba que dar o dízimo é parte de você, se você acredita nisso, você deve dar com todo o amor do mundo. Não tem que sentir vergonha, ou qualquer outra coisa diferente, muito pelo contrário, isso é uma dádiva para você, e como tal comemore cada ato desse que você pratica. É sua fé, e dela sua vida transforma e prospera.

Em educação financeira, entretanto, não faz parte da sua carteira de investimentos (mesmo sendo um investimento importante da sua vida espiritual). Esse dízimo é parte de uma fatia do direcionamento do seu dinheiro para as despesas. Também não é uma dívida (nem com o banco e nem com Deus), mas a sua parcela de responsabilidade que você tem com sua igreja.

O cuidado que devemos ter é não transformar esse valor em um martírio financeiro. Você não pode assumir endividamento descontrolado e crescente para atender essa parcela de despesas, pois, assim como acontece com outras despesas, pode tornar a sua vida financeira insustentável, e isso não só vai trazer o adoecimento físico, mas também o espiritual.


Assim sendo, assuma a responsabilidade de fazer prosperar a sua crença, a sua religião e a sua igreja. Tome consciência dos seus atos e não siga falsos profetas. Aqueles que querem arrancar de você todos os seus bens materiais, de bom ele não lhe retornará nada. E tenha como suporte nessas horas a Metodologia Afluência Financeira, que é uma excelente ferramenta que atuará em comunhão com sua fé para que sua vida seja de muita prosperidade.


Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro






quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

E vamos de “PEC” esconde...



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A moda da hora é falar sobre PEC disso PEC daquilo. E assim vamos sofrendo minuto a minuto, segundo a segundo. A todo momento alguém compartilha alguma coisa escabrosa sobre o impacto disso na sua vida, na sociedade. É o Estado contra você, contra o cidadão comum.

Mas o que é mesmo essa tal de PEC? Sou contra a ela, sou contra os manifestantes, sou contra o governo? A quem devo acreditar e a quem devo seguir afinal de contas? Até agora tenho mais dúvidas, do que qualquer forma de esclarecimento sensato e saudável.

Meu amigo, alguma coisa só tem segredo se esconderem de você. O que mais estamos vendo nessa história é um tal de “PEC” esconde, tipo aquela brincadeira mesmo de pic esconde. Os contras e os a favor não estão falando muito bem dessa história direito. Acho que percebemos isso e da maneira como cada um faz sua comunicação.

É o seguinte: não tem segredo. As informações sobre tudo isso está acessível a todos, o problema é a interpretação que fazemos dessa leitura. Para clarear um pouco, falar de PEC é falar de um Projeto de Emenda Constitucional. Isso mesmo! Não estão mexendo em uma lei qualquer, eles estão mexendo no bem jurídico mais importante para um Estado Democrático que é a sua CONSTITUIÇÃO. Veja de cara como o tema é superimportante e delicado. Infelizmente nossa Constituição está começando a parecer uma colcha de retalhos.

O perigo tem sido transformar a incompetência generalizada (em todas as esferas públicas) de gestão que existe na Administração Pública em lei, e não é qualquer lei, é uma lei constitucional. A Constituição de 88 já foi considerada uma Constituição Cidadã, com tanta emenda, ela não tem passado mais de que um quadro de parede restaurada às intempéries do tempo. Assim a gestão do sistema público, no executivo (todos eles), legislativo e judiciário, é administrado por um bando de incompetentes, que só sabem fazer gestão em épocas de vacas gordas. O que nós vemos em termos de crise, não é a falta de dinheiro, é simplesmente falta de gestão profissional do dinheiro público.

Reformar a previdência é essencial, definir tetos para os gastos públicos é urgente. Bom, mas deveria ser uma solução posterior ao trabalho de resolução do caos de gestão da coisa pública. Mude a previdência, estanque o ralo do desperdício, agilize as perícias médicas, torne acessível e ágil a propositura de aposentadorias e mande para cadeia todos ladrões que roubam o sistema. Pare de realizar obras faraônicas, responsabilize políticos por obras inacabadas e gestores de órgãos públicos por programas e projetos inóspitos, defina padrões de ocupação em prédios públicos para seus agentes. O início da solução.


O problema é que mais fácil fazer mais uma lei, tramitar mais um PEC. Se você não é capaz de colocar em ordem e em prosperidade a sua casa, como que você quer dar pitacos na casa dos outros. Olha que tudo se resume a mim mesmo, a você mesmo, ou fazemos o dever de casa, ou não veremos esse país que vivemos como uma potência que ele é e que deveria está imbuído. Não estou forçando a barra, que tal começar com Educação Financeira? Adote o método que vai fazer de você uma pessoa próspera e rica, a Metodologia Afluência Financeira.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Dinheiro só para gastar?



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Acredito que a maioria das pessoas quando pensa "dinheiro" costumam trazer por trás o sentido de apenas gastar. E gastar, gastar, gastar foi o que mais nos ensinaram em nossa vida financeira. E o que tem de errado em dizer que o dinheiro é só para gastar?

Talvez podemos dizer que a principal função do dinheiro é você usar, e ao usar o dinheiro você está gastando ele. De pronto o dinheiro é só para gastar. E aí é que mora o perigo, daqueles sorrateiros onde você menos espera já caiu em suas armadilhas. E se não é para gastar, é para que?

Se pensarmos como utilizávamos o dinheiro até a década de 80, vamos sentir uma grande diferença nesses conceitos. Neste período usávamos muito o dinheiro de papel, físico, em espécie. Se tínhamos, usávamos. Muitos deixavam fiado na mercearia, na padaria, nada que fosse custoso cumprir com a obrigação. A vida era mais dura e mais difícil para nossos avós e pais em relação a ter o dinheiro em espécie. E isso mudou muito?

E como mudou! Não mudou a diferenciação em termos de percepção física e virtual, mas toda uma relação das pessoas com o que estamos chamando "gastar“. E se chamar "gastar" já alcunhamos alguns perigos, e este se tornou o maior deles, o vilão dos novos tempos: o endividamento inconsequente. Grande culpa de o dinheiro não existir mais fisicamente, mas de uma relação virtual, impessoal e invisível. Por mais que saibamos o quanto o resultado disso impacta nossa vida em diversas dimensões.

Quando o dinheiro ficou “invisível” com o uso do cartão de crédito, do internet banking, das compras virtuais e assim por diante, nosso modo operandis mudou com relação a compra e consumo. Ficou mais fácil, acessível e extremamente sedutor. Entretanto a maioria extrapola sobre o real valor da existência “física” do seu dinheiro, e o resultado são pessoas doentes sob diversos aspectos: físico, mental, espiritual, familiar, emocional.


Esse adoecimento, não é característica apenas desse período em que o dinheiro de papel prescinde da sua existência nas relações de consumo, mas de como se aprendeu sobre educação financeira desde muito tempo e toda a relação do gastar, gastar, gastar por apenas gastar, sem o mínimo de objetivo, de metas e de realização de sonhos.


Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



sábado, 10 de dezembro de 2016

E a inflação?




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Parece ser uma boa notícia sobre os números que saíram com relação a inflação do mês passado. Parece indicar algo positivo para o meu e para o seu bolso. Mas será que terá algum impacto mesmo em nossa vida financeira? Podemos sentir alguma melhora em nossa relação de compra e consumo?

Antes de tudo que tal a gente conceituar o termo inflação. O que é inflação?  É o aumento contínuo e generalizado do preço dos bens e serviços simples assim. Exemplo de uso: Eu consigo perceber a inflação quando vou ao mercado. Imaginemos que em 2015, um quilo de frango congelado custasse R$1. Hoje, podemos dizer que custa mais de R$3. Esta diferença de preço é o que chamamos de inflação, e por causa da inflação, eu gasto bem mais para comprar as mesmas coisas que comprava antes.

Mas a queda da inflação reflete uma redução nos níveis de preços? Aí depende. A estagnação no preço de um bem ou serviço por um determinado período de tempo pode influenciar no resultado da inflação, mas é a queda do preço que reflete a diminuição desses números.

Isto quer dizer que os preços estão mais baixos e que podemos ir às compras? Definitivamente não. A redução dos preços ocorreu em razão da oferta e procura. Muita oferta, pouca procura, assim acontece a queda nos preços. Isso ocorre por que não temos condição de consumir aquele produto, e foi o que aconteceu com as passagens aéreas que teve uma queda nos preços, mas não quer dizer que devemos sair por aí viajando de avião, pois o aumento nos preços com o processo de recessão que passamos foi muito além do que está pequena redução ocorrida que refletiu na inflação do período.

Mas é para ficar otimista? Sim, com os pés bem fincado no chão. Um dado interessante de uma pesquisa de mercado mostrou que o brasileiro está assistindo mais televisão aberta, pode ser o sinal que falta dinheiro para as horas mais simples de lazer. Agora, se essa tendência de diminuição preços se mantiver ao longo dos próximos meses, nós poderemos comemorar. Se bem que as últimas delações...


Vamos sair da situação de crise que vivenciamos? Não tenha dúvida disso. Lembre-se que esse processo começa em você. Tem muita gente estagnada esperando a crise passar e não fazem nada de bom em suas vidas. Medo da crise. É preciso que você acredite no seu potencial de superar os obstáculos, seja em épocas de crise ou não. Tenha sempre em mente que o processo de Educação Financeira é um dos principais motivadores para isso, acompanhado da Metodologia AFin, com certeza você vencerá e terá uma vida de sucesso e prosperidade.



Sartre Santos 
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Prazos para os seus sonhos




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Como já falamos, na Metodologia AFin, sonhos são prioridades. São os sonhos que definimos que irão mostrar ondas de resultados em nossas vidas. Ondas de resultado por que você vai colher constantemente os frutos de um plantio baseado no que é realmente importante para sua vida, que a definição de seus sonhos.

Então ao definirmos sonhos, eles têm que ser de curto, médio e de longo prazos. E aqui é necessário fazer uma diferenciação sobre cada um desses períodos de sonhos. Para criança o curto prazo representa um período de tempo de 6 meses, o médio prazo vai ser 1 ano, e o longo prazo acima de 1 ano.

Já os adultos a representa dos períodos dos sonhos devem ser assim distribuídos: sonhos de curto prazo 1 ano, sonhos de médio prazo entre 1 ano e 7 anos, e o sonho de longo deve ser acima de 7 anos. Na sequência, a gente precisa diferenciar também os períodos dos sonhos dos idosos (acha que no Brasil idoso vai deixar de ser acima de 60, passando para 65 anos). O sonho de curto prazo para o idoso é entre 6 meses e 1 ano; os sonhos de médio prazo entre 1 e 3 anos; e de sonho de longo prazo acima de 3 anos.

Acho necessário desmistificar algumas coisas em relação aos períodos de realização de nossos sonhos. Quando definimos esses períodos para cada das classes que denominamos é para ter um referencial global, para atender a todas as pessoas indistintamente. E funciona muito bem, pois é o tempo que maturação que cada um precisa para realizar seus sonhos.

Mas...não que exista sempre o “mas”. É que cada um de nós somos indivíduos únicos, com necessidades muitas vezes totalmente ímpar e vivendo em ambientes muitos díspares um dos outros. Assim, o período passa a ser um referencial que dependendo de suas necessidades de ondas de resultados você pode fazer adaptações, mas que no frigir dos ovos vai seguir as mesmas regras. Percebam que o tempo é entre datas que podem durar até o final de cada período ou que sua realização acontece muito antes da sua finalização.

O importante e prioritário de tudo isso é que devemos definir nossos sonhos. E o dinheiro nos serve para esse intuito, realizar sonhos, incluído o investimento em nossa qualidade de vida plena.  Apesar da inversão é preciso entender que o dinheiro existe como instrumento para nos proporcionar qualidade de vida plena, como dissemos, e para realizar nossos sonhos, como fator preponderante de resultados em nossa vida.


Dispa-se da sua rotina que escraviza, e renove seu guarda roupa com a beleza da definição dos seus sonhos (pelos um em cada período) de curto, médio e longo prazos. E saiba que você pode ter quantos sonhos quiser em cada uma dessa etapas.


Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Financial and Personal Coach





quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Mesada: devo dar ou não?



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Em meus cursos e palestras, pais e mães me procuram sempre com a dúvida se deve ou não dar mesada aos seus filhos. Muitos deles vem imbuídos de muitas crenças limitadoras da sua formação educacional e religiosa, dessas que diz que “dinheiro é pecado”, “dinheiro é sujo”,  “não posso pensar em ser rico por que Deus castiga”, coisas desse tipo.

Podemos começar dizendo que a questão de dar ou não mesada é uma decisão que os pais tomam sempre baseadas em suas crenças limitadoras, por isso perdem uma grande oportunidade de aprendizado pessoal, com o filho e em família. Digo isso por que esse é o principal limitador quando a questão é lidar com o dinheiro.

Em minhas respostas sempre digo “sim”, devemos dar mesada aos nossos filhos. Por muitas razões que devemos agir assim. A principal delas é que é um poderoso instrumento de educação financeira. Com este instrumento pais e filhos podem construir e realizar grandes sonhos de compra e consumo.

Como instrumento de Educação Financeira, necessariamente, nós pais devemos nos educar antecipadamente para podermos usar o máximo do potencial que este instrumento pode produzir. De outro lado, se não sabemos lidar com dinheiro, não seremos competentes para educar nossos filhos neste tema.

Muitos de nós reclamam que não tivemos educação financeira na infância e mesmo sabendo não providenciamos para que nossos filhos não passem pelo mesmo problema que nós já passamos. Agimos tentando encobrir nossas incompetências ensinando nossos filhos a gastar, gastar, gastar.

E como seria dar mesada para os filhos? A partir de quando e quanto? Primeiro, temos que educá-los assim que eles estiveram sendo alfabetizados; a partir dos 6 anos já podemos começar dando semanada, aos 8 anos quinzenada e a partir dos 12 anos a mesada. Quanto ao valor, não existe um valor fixo, determinado para cada idade. Vai depender do que você como pai ou mãe acha que possível e fundamental para o seu processo de educação. Lembre-se de que esse valor é para ele usar para três coisas: uma parte para ele gastar com o que quiser, outra para realizar um grande sonho e a outra para investir.

Você como pai e para o seu filho, faça educação financeira com a Metodologia Afluência Financeira. Uma referência importante que vai auxiliar a decidir sobre a mesada é o Livro “O lobo milionário e os três porquinhos”, de autoria de Eduardo Coelho (www.coelhoplay.com.br).


Hora de colocar no seu cardápio Educação Financeira, e servir a mesa com seus filhos para que o futuro da sua família comece hoje, rumo a uma vida de aprendizado, alegrias e prosperidade.


Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Financial and Personal Coach


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Hoje é o dia....



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Muito se ouve falar que depressão é o excesso de passado, aquele sentimento que muitos vivem de reclamar do que passou ou mesmo de vangloriar os tempos vividos, às vezes expressado em frase como essa: “No meu tempo que era bom”. Mas depressão não é nada de bom, pois traz infelicidade para milhões de pessoas ao redor do mundo.

Do outro lado, especialistas afirmam que ansiedade é excesso de futuro, mesmo sendo natural que ela surja em momentos de instabilidade, perigo ou mudança, ela gera um grande desgaste de energia, o que tem impacto na vitalidade e em funções orgânicas dos indivíduos. Além disso, a ansiedade é crescente nestes tempos atuais, em um mundo em que as coisas são muito superficiais, muito rápidas e com muita quantidade de informação.

Viver uma ou outra dessas situações não é nada bom. Junia Breta tem uma frase que diz: “Depressão é excesso de passado em nossas mentes. Ansiedade excesso de futuro. O momento presente é a cura de todos os males mentais”. A solução parece simples, viver o momento presente.

Fácil?! Nem de longe, nem de perto. Estamos sempre instigados a ou conversar sobre o passado ou sobre futuro. Quanto mais focado no tempo, passado e futuro, mas perdemos o agora. Passado é uma memória, é um pensamento que surge no presente. Futuro é apenas uma antecipação, é outro pensamento que surge no agora. Este momento é o que é verdadeiro em nossa vida. Viver o agora é um exercício de cura para a nossa mente.

Muitas vezes ignoramos ou negamos o momento presente e adiamos nossas conquistas para algum dia distante, achando que quando conseguirmos tudo o que desejamos seremos finalmente felizes. E assim adiamos a realização dos nossos sonhos por estarmos presos ao passado ou ao futuro.

Pois hoje é o dia para cuidar do futuro do seu dinheiro, e corrigir o uso errado do passado dele. Não podemos esperar acertar na megasena da virada, numa herança esquecida ou simplesmente fugir das nossas responsabilidades. Somos o que somos construidos pelos atos do nosso presente. E para construir o futuro do nosso dinheiro, o caminho começa exatamente aqui nesta parte do texto em que você acabou de fazer a leitura.


E como cuidar do futuro do meu dinheiro? Cuidando da sua Educação Financeira. Não tem atalhos, sorte grande, dinheiro do céu. Há você com sua competência, com a sua determinação em assumir 100% de responsabilidade sobre sua vida, e da sua saúde financeira. Para isso estude e adote um método. Encontre vários por aí, mas falamos que a Metodologia Afluência Financeira é a ferramenta campeã que revolucionará a sua vida financeira.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Financial and Personal Coach





segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Empobrecimento do brasileiro!



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Sabemos que o cenário econômico não tem sido nada alentador e que para os próximos meses a tendência não é das melhores. Ao mesmo tempo em que o Banco Central reduz a taxa de juros Selic, em sequência nos últimos dois meses sugerindo uma tendência de recuperação no crescimento do país, vemos ao contrário um PIB cada vez mais encolhido (PIB a soma de toda a riqueza do país).

Em projeção feita pelo Bradesco a economia deverá expandir 0.3%, enquanto o PIB per capita encolherá em torno de 0,5%. Esta renda per capita do PIB responde pela trajetória de prosperidade ou empobrecimento de um país, pois mostra o quanto a produção evolui em relação ao número de habitantes.

Muitos esperavam uma retomada na economia do país ainda em 2017, mas os indicadores recentes mostram que a saída da recessão a qual estamos vivendo deve ser muita mais lenta do que se esperava, o que pode fazer o PIB crescer menos.

Se analisarmos desde 2014, nós, brasileiros estamos ficando cada vez mais pobres, isto que dizer que já estamos empobrecendo há quase três anos, e considerando a projeção de 2017, serão 4 anos consecutivos de empobrecimento.

Como manter o ânimo diante de cenários tão obscuros, ilegíveis e complicados? A resposta é  “não deixando a peteca cair”. É preciso muita disposição para enfrentar um sistema político em frangalhos e um processo de recuperação econômica frágil e debilitado. E esta disposição deve nascer de uma postura positiva frente a estes cenários e de um trabalho sério de reorganização financeira pessoal.

Os números não mentem como se diz por aí, entretanto é possível mudar esses números para outros que atendam as nossas expectativas de prosperidade. Deixar se levar por eles é ruína com certeza. Mas o importante de tudo isso, é aprender Educação Financeira. Este instrumento promoverá verdadeira revolução na vida das pessoas, das famílias, das comunidades, e consequentemente, do país.


Continue acompanhando os acontecimentos do seu país, sem se deixar levar pelo alarmismo, pelo sentimento de perda e pelas crenças limitantes que só atrasam a retomada do desenvolvimento e da ascensão financeira de nosso povo. Municie-se de ferramentas poderosas. Uma delas é a Metodologia Afluência Financeira, uma proposta inovadora e campeã para a sua saúde financeira.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Financial and Personal Coach





sábado, 3 de dezembro de 2016

Meu diagnóstico para o Natal e Ano Novo



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Muitos se apoiam no sentimento natalino e das festividades de final de ano para justificar o desequilíbrio de sua saúde financeira, imagina, que ainda virá. Essa emoção toma conta,  é verdade, somos invadidos com muitos sentimentos nobres de solidariedade, fraternidade, bondade, mas ao mesmo tempo por uma ânsia enorme em consumir.

Consumir é a palavra-chave desse período. Você quer roupas novas. Casa renovada. Vida purificada e dar muitos presentes. Nada de ruim até aqui, pois todos nós queremos isso, todos os anos, anos a fio. Que bom!

Mas...e danado do “mas” sempre aparece nas palavras dos educadores financeiros. Mas, será que você tem feito coisas importantes na sua vida financeira para usufruir desses sentimentos de forma tranquila e compensadora? Não fugir dessa pergunta...

Mesmo que você não tenha uma resposta de imediato a ser dada aquela pergunta, uma análise da sua saúde financeira você precisa e deve fazer: examinar profundamente seus novos e antigos hábitos financeiros que consumem seu rico dinheiro, e muitas vezes a sua saúde como um todo também.

Não custa nada repetir como se faz dentro da Metodologia Afluência Financeira. Faça a Anotação Financeira. Como você não tem o modelo da metodologia, você adaptar aí na sua casa mesmo com folhas de papel e caneta. O processo é simples. Antes você elencava suas despesas diárias numa folha só de papel. Agora você vai fazer diferente, e é essa diferença que vai permitir você realmente identificar seus hábitos diários.

Faça o seguinte. Separe em cada lado da folha que você está usando para identificar a despesa que você está fazendo. Por exemplo: de um lado você põe padaria, e aqui você vai dizer o dia que a despesa ocorreu, o valor e o modo que você pagou (dinheiro ou cartão). Na outra face você escrever outra despesa, como por exemplo, almoço, e seguir o mesmo procedimento.

Agora com os dados em mãos temos o diagnóstico claro dos seus hábitos diários, o que irá permitir que se faça os ajustes necessários (checagem) para determinar se pode ou não consumir desenfreadamente (que não é nada bom) neste período de tanta emotividade. E aqui no pé do ouvido, usamos muitos da emoção para justificar nossas mazelas financeiras.


O diagnóstico permite a você a liberdade de escolher o que consumir, como consumir, e por que consumir. Essas são informações valiosas que a metodologia AFin traz para ajudar você a cuidar de sua saúde financeira efetiva e harmoniosamente saudável. Afie essa ferramenta e encontre o equilíbrio que tanto você busca nas finanças e nas suas emoções consumistas.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Financial and Personal Coach



sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

13º salário e 1/3 de férias: é vendaval?



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Você percebeu que 13º e 1/3 tem algo parecido? Pois é... se tirarmos os símbolos que acompanham os números ficará 13 e 13. E o que isso importa? Acho que para o Zagalo deve ter um impacto muito grande na vida dele. E por incrível que pareça e você ache estranho, para nós também tem um impacto muito grande. Se bem que esse impacto não tem nada de cabalístico, premonitório ou coisa assim. O impacto é diretamente em nossos bolsos.

Mas aí todo final do ano tem sempre gente perguntando o que fazer com o 13º e o terço de férias. Eles tratam sempre esse recurso como um recurso extra, que ele nem estava esperando entrar na sua conta e na sua vida financeira. E olha que muita gente trabalhar a mais de 5, 10, 20, 30 anos e até hoje ainda perguntam o que fazer. E para corroborar com isso, tem sempre um consultor financeiro, um educador financeiro dando os seus pitacos.

Para começar, que tal uma crítica a respeito dos nossos hábitos de compra e consumo, de nossa relação com o dinheiro e da maneira como obtemos o crédito? Esta é uma obrigação imposta pela atual conjuntura econômica que vivemos no Brasil de hoje. Se dessa crítica, dessa reflexão você levantou questões críticas de endividamento, talvez tenha ao longo do tempo tentado compensar suas crises nos relacionamentos pessoais ou em seus valores e objetivos com consumo desnecessário e supérfluo, o que pode ter gerado alto nível de endividamento em sua vida financeira.

Em nossas ilações e em nossos pitacos, como condutores de educação financeira, muitas vezes não percebemos o quanto as pessoas estão vulneráveis, principalmente em relação à contração de dívidas de forma crescente e desgovernada. Isto não só afeta sua saúde financeira de maneira geral, mas também sua saúde mental e social, o que pode ser determinante para o surgimento de problemas de saúde e até mesmo de separações conjugais.

A metodologia Afluência Financeira – Afin promove uma série de reflexões que conduzem as pessoas por caminhos estruturados, levando a tomada de decisões financeiras em que a razão e as emoções são tratadas de forma harmoniosa. O que se sugere é a criação do hábito do planejamento como fio condutor em direção a prosperidade financeira, bem como a prosperidade em outras dimensões de nossa vida pessoal.

E por fim: é vendaval? Claro que é! Se você não tiver o hábito do planejamento. Pois se o tiver, você sabe muito bem para aonde irá o seu rico dinheiro do 13º salário e 1/3 de férias. Agora se você se identificou com a situação do endividamento e quer se livrar disso o mais rápido possível, siga a orientação que todos os consultores e educadores financeiros dão em finais de ano (que também estou dando): use tudo para se livrar das dívidas, assim você vai viver com tranquilidade e sem preocupação.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Financial and Personal Coach





"Hoje é o dia para cuidar do futuro do seu dinheiro" e "O lobo milionário e os três porquinhos"







Cuidando do bolso de pais e filhos. Secretaria de Serviços Integrados de Saúde (SIS) promoveu duas palestras sobre educação financeira na tarde dessa quinta (1º), no auditório do Museu do STJ.
A primeira palestra foi Hoje é o dia para cuidar do futuro do seu dinheiro, proferida pelo servidor da SIS, Sartre Gonçalves Santos. Na sequência, o servidor do Ministério Público Federal (MPF) Eduardo Coelho Pacheco abordou o tema O Lobo Milionário e os Três Porquinhos.
Controlando seu dinheiro
Sartre destaca que muitas pessoas não sabem lidar com dinheiro e não têm controle dos seus gastos.
“A primeira coisa para controlar o próprio dinheiro e fazer um diagnóstico é saber exatamente para onde os recursos estão indo”, destacou.
Segundo o palestrante é preciso diminuir a ansiedade dos servidores sobre suas finanças. “Para fazer mudanças nas finanças, temos que manter o foco no longo prazo e construir um futuro financeiro”, disse.


Mesada e educação
A palestra de Eduardo Coelho foi voltada para ajudar os pais a ensinar os filhos a lidar com o dinheiro. O servidor do MPF tem pós-graduação em gestão financeira e trabalhou em quatro bancos. Ele também é autor do livro O Lobo Milionário e os Três Porquinhos, com várias dicas para os pais e crianças.
 “Os três porquinhos são as economias. Uma das mais importantes dicas que dou é separar a mesada em três. Para o dia a dia, separar 40% e outros 40% para comprar algo mais caro. Os 20% restantes devem ir para uma poupança ou outro investimento”, esclareceu.
Para o palestrante, a mesada é um instrumento de educação financeira. “Não é só sobre o dinheiro e sobre educar a criança a usá-lo”, disse.  Pare ele muitos pais não têm conhecimento e não sabem como ajudar os filhos, portanto devem estudar para ajuda-los.
“É importante que eles não cometam os mesmos erros dos adultos e aprendam a agir por si mesmos. Os pais devem acompanhar, mas deixar os filhos lidar com o dinheiro”, explicou.
Opinião de quem participou
Uma das participantes foi a servidora da Seção de Processamento e Petições da 6ª Turma (SPP6T/SOJ) Celeste Pereira Franco. Ela participou de uma palestra de Sartre Gonçalves há dois anos e se interessou pelo assunto.
“Eu fiquei ‘antenada’, comprei livros e passei a ir a todas as palestras”, detalhou. Para Ana Celeste esse tipo de capacitação é essencial já que muitos servidores estão endividados. “Achei interessante a parte sobre diagnóstico. Eu tenho aplicado isso e poupei muito”, contou. Ela também gostou da abordagem sobre educar financeiramente filhos, especialmente para poupar no longo prazo.
Amarildo Furtado Gomes, da Seção de Processamento–CREX (SPREX/SOJ), preocupado com a situação econômica afirmou que é preciso se preparar e tomar cuidado com o bolso.
Amarildo tem uma filha de quatro anos e já controla os gastos dela. “Muitas vezes ela pede algo e eu até poderia dar. Mas acho importante ensinar os limites”, salientou. Ele destacou um dos conselhos das duas palestras: Diálogo. “É importante conversar com a família e especialmente com os filhos. Quando todos entendem, todos cooperam”, avaliou.
Mais informações com a SIS pelo ramal 7267 e pelo site www.coelhoplay.com.br.

Fotos: José Alberto

Publicação: VemComigo 2 de dezembro de 2016 - ed. 531