quarta-feira, 29 de março de 2017

Não economizes água e luz




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Muito bem, sei que estão te pedindo que economizes água e luz, por diversas razões, e a principal delas é que os sistemas estão saturados e não aguentam mais a demanda crescente para a utilização desses serviços.

Aí, tu olhas para tua conta, e contigo mesmo diz que vai economizar, pois a conta está muito alta mesmo. É hora de sobrar uns trocadinhos na tua carteira. Sei lá, pode ser que essa economia venha caber em uma parcela das Casas Bahia (quiçá Ricardo Eletro, Magazine Luize..e tu acreditas que ainda é baixa).

Esforços hercúleos, brigas constantes na família para baixar o consumo, tentativas e mais tentativas. Após um mês de muita luta, chega então a tua esperada conta, e lá está a economia do mês. Para tua surpresa... só isso! Míseros 5, 6, 7 reais. E isso dar para que? Tentativas em vão...

E o que está errado? Posso até concordar contigo que 5, 6 ou 7 reais poderá não ter um impacto tão grande assim em suas finanças.  Mas o que está por trás dessa economia de água e luz não se refere apenas ao dinheiro.

O dinheiro tem valor sim. É necessário que sobre sempre ao final de cada mês para investirmos em nossos sonhos. Mas aqui, diz respeito a duas questões primordiais e críticas para a nossa vida.

Primeiro, não é só dinheiro, por que nós estamos falando de recursos naturais e escassos. Precisamos ter consciência da importância da redução do consumo desses recursos para que não falte hoje e nem no futuro, e assim causar problemas sociais sérios.

Segundo, não é só dinheiro, se pensamos em ter uma vida financeira rica e próspera. Nós precisamos aprender a reduzir os desperdícios. Refere-se a mudar hábitos, que não estão só na conta de água e luz, mas em todas as outras ações de nossa vida financeira. Mude aqui e você sentirá sua vida financeira diferente.


No final das contas, exige de mim e de ti pensar a longo prazo. Aprender que o futuro se constrói no hoje, e é a grande lição que devemos internalizar. Aí, eu e tu voltamos a velha solução batida e eficaz que ninguém quer assumir: EDUCAÇÃO. Isso pede tempo, por isso que fazer educação financeira faz com que você tenha uma vida rica e próspera. É saber esperar!



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



segunda-feira, 27 de março de 2017

Não lavo o arroz





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Você já deve ter observado na grande maioria das embalagens de arroz dizendo que não é necessário lavar o arroz (olha a figura acima). Você segue essa recomendação? Ou lava o arroz toda vez que vai cozinhar? Eu sigo a recomendação, mas muitos desconfiam. Em tempos de papelão na carne, pombo na cerveja, milho no café...

Não duvido da existência de razões para todas as desconfianças. Entretanto, nós levamos muito desse comportamento para a nossa vida financeira. Deixamos muitas vezes de poupar para realizar nossos sonhos e investir em nossa qualidade de vida por desconfiar que as instituições  financeiras vão dar bolo com o nosso dinheiro.

É um comportamento que tem um impacto negativo na maneira como lidamos com o dinheiro, pois tendemos a enxergar o risco natural do mercado financeiro como alguma coisa intolerável, beirando ao estelionato e a corrupção.

Ao pensar assim deixamos de investir em nossa riqueza e em nossa prosperidade financeira. Quando falamos de dinheiro e do mercado que o rege, suas regulamentações são mais severas e não permitem a impunidade quando algo ou alguém é pego em deslize. Aqui, o cliente tem razão e é ressarcido dos seus prejuízos.


Já o papelão na carne, pombo na cerveja, milho no café....até agora não vemos a justiça (e quem provoca a justiça) cumprir o seu papel de punir que ludibriou o consumidor e fazer o devido ressarcimento pelos danos, ainda que não provocados a ele. Se assim o fizesse (como é feito em países sérios) fatos como esses seriam muito difíceis de repetirem. No caso de lavar ou não o arroz, eu continuo não lavando, pois se for uma embromação das empresas, terei em mãos toda prova para exigir danos e perdas na justiça.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro




sexta-feira, 24 de março de 2017

Emprego em tempos de Terceirização




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A sociedade brasileira tem passado por grandes sustos nos últimos tempos. Na poeira da Lava Jato, que é a maior operação policial e judicial que este País já viveu e que deu um sentido de que as coisas iam entrar nos trilhos, novas histórias começam a vir à tona.

Nos últimos dias, sob nossa cabeça ainda a alteração no sistema previdenciário que já nos tiravam o sono, aparece a operação Carne Fraca que virou um reboliço tanto no mercado interno quanto no externo, e para fechar a conta o congresso aprova a Lei da Terceirização. Você quer mais? Aguarde os próximos capítulos.

Do falado acima, a Lei da Terceirização vai mexer diretamente em nossos bolsos. Sabe por quê? Por que agora começa a intermediação do emprego no Brasil. Para entender melhor, faço um paralelo com os produtores rurais.

Você sabe que o alimento produzido na fazenda para chegar até você custa caro, muito caro, mas para o produtor o preço é justo, justíssimo. Isso se dar em razão da cadeia de intermediários que existe para chegar até o consumidor. O intermediário pode ser considerado aquele parasita que pega o produto pronto, sem gerar vínculo, e repassa para o vendedor. Do outro lado o vendedor, por não ter relação direta com o produtor, não se preocupa com as condições de produção, exigindo apenas a qualidade do produto para o intermediário.

Complicado e muito enrolado, não é verdade? É mais ou menos assim que vai acontecer com o emprego a partir de agora. O intermediário gera uma demanda, a procura é grande, e no final o pagamento para o produtor (empregado) tem a tendência de ser ainda menor. De verdade, você vai ser obrigado cada vez mais a aceitar salários menores.


A não ser que seja dono do negócio, a situação para aqueles que não têm poder de negociação ficará cada vez pior. E o poder de negociação começa quando você tem uma vida financeira otimizada e próspera. Não precisa muito para chegar nessa situação, sendo apenas necessário cuidar da sua educação financeira.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



quarta-feira, 22 de março de 2017

Você é o dono da sua aposentadoria



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Em tempos em que o papo tem sido “aposentar ou não aposentar eis a questão” precisamos fazer uma reflexão do nosso comportamento diante de toda essa celeuma em torno da previdência social.

Não tenho dúvidas que toda essa discussão em torno da mudança do sistema previdenciário brasileiro precisa ser ampliada, principalmente para se ouvir os agentes que serão por ela atingidos. O que temos é uma proposta vil, que retiram direitos, impõe obrigações e limitam as perspectivas de uma velhice saudável e sustentável.

Diante de um quadro que parece tão sombrio é justo que deixemos a tranquilidade do nosso lar para sairmos a rua num sinal de protesto, repúdio e de engajamento para não permitir que esse vilipêndio ao povo brasileiro se torne uma realidade. Chamemos todos à luta.

Acrescentando ao nosso texto uns “mas, contudo, entretanto, todavia”, podemos fazer uma diferença enorme hoje para o futuro de nossa aposentadoria. Como você sabe, a sua contribuição sustenta o sistema de quem está aposentado hoje, essa é a tese. O que você precisa fazer é criar uma contribuição pessoal hoje para sustentar sua aposentadoria amanhã.

Explico. Você já contribui para a previdência em torno de 9 a 11% do seu salário mensal. Pois bem, o que você deve fazer é procurar contribuir com esse mesmo valor para a sua aposentadoria sustentável.


Infelizmente, você como assalariado não tem como abdicar da contribuição obrigatória para o governo. Se assim o é, então crie uma obrigatória para você mesmo. Tenho certeza que com isso você vai se preocupar menos com a data que se aposentará. Pois estará sob o seu controle e não do governo a sua aposentadoria sustentável. A metodologia Afluência Financeira – AFin auxilia e permite que você alcance esse propósito.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro


segunda-feira, 20 de março de 2017

A vez dos impostos






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Nós sabemos que a cobrança de impostos é condição para o convívio em sociedade, de  um lado para regulação das atividades econômicas e por outro para harmonizar as relações sociais. Entretanto falta muito entendimento sobre isto na sociedade.

Para se ter ideia da dimensão dos impostos, os brasileiros já pagaram mais R$ 500 bilhões em 2017. Os dados são do Impostômetro da ACSP (Associação comercial de São Paulo), sistema que estima quanto de tributo foi pago aos governos federal, estudais e municipais.

Comparativamente com 2016, esse volume de arrecadação aconteceu nove dias mais cedo em 2017, isto possivelmente é um sinal de que a recessão perde força e a economia brasileira começa a reagir.

Por isso a importância de entender sobre os números da economia e como influencia a nossa vida financeira pessoal. E os impostos tem um impacto fundamental em nossos rendimentos, e se formos assalariados esse impacto é mais forte ainda.

Nós sabemos que a aplicação do dinheiro arrecadado com os impostos no Brasil não tem tido um destino dos mais éticos e promissores. Acredito que temos nossa responsabilidade com relação a isso, no que diz respeito a exigir punições severas para os desvios de sua finalidade.

Mas a conta que devemos fazer é aquela que afeta nossa vida financeira. Quanto mesmo de imposto direto pago por mês? Tenho certeza que a única hora que você vai saber o quanto pagou no imposto de renda, por exemplo, é no período da sua declaração anual. O alerta é que isso não só acontece com o imposto, mas com muitas outras contas de nossa vida financeira. Por quê? Educação financeira ineficiente e falta de força de vontade para ser aplicado quando o quesito é cuidar do dinheiro.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro





sexta-feira, 17 de março de 2017

Condomínio atrasado pode tirar a sua casa.




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Aqui não cabe aquela expressão “devo não nego, pago quando puder”, pois você correrá o risco seriíssimo de perder a sua casa, de forma muita mais rápida do que era a alguns anos atrás. E isso pode acontecer com seu apartamento (ou casa) próprio ou alugado. O que fazer?

Como ocorria antes quando havia inadimplência das taxas condominiais? Geralmente era muito moroso o processo de execução das dívidas. Existiam duas fases: na primeira, havia o ônus da prova da existência da dívida, que podia demorar de dois a três anos; aí só depois, na segunda fase, que se pedia a execução da dívida, isto é, a exigência do pagamento.

Agora, a primeira fase deixou de existe desde o ano passado, assim ao deixar de pagar o condomínio, esta passa a ser considerada uma dívida real.  Assim, se o juiz determinar o pagamento em três dias e não for feito, o condômino terá inicialmente a penhora online, ou seja, de tudo que tiver em sua conta bancária para o pagamento da dívida. E se não tiver dinheiro, os bens são penhorados, e aqui o proprietário pode perder o imóvel, que neste caso é o último recurso. Há sempre como fazer negociações antes de chegar a esta fase.

Assim como acontece quando se deve ao sistema bancário, a falta de pagamento de condomínio também leva a pessoa ter o cadastro negativo, ter seu nome protestado e ir para lista de inadimplentes. O rastreamento do pagamento da taxa do condomínio será feita a partir de agora com a inclusão do CPF do dono do imóvel nos boletos de cobrança, o que facilitará o pagamento das contas vencidas que poderão ser quitadas.

Aqui nós estamos falando de uma taxa que tem por objetivo atender uma determinada coletividade. Ela serve para benfeitorias das áreas comuns e que a falta de pagamento por uma das partes prejudica todas as outras, por isso a importância de se manter em dia esses pagamentos, por um lado, e por outro não por em risco um dos seus bens mais preciosos que é a sua casa.


Para finalizar, a falta de pagamento desse tipo de taxa ocorre muitas vezes por falta de planejamento financeiro, pela displicência com a sua educação financeira e por não saber lidar de forma adequada com o dinheiro. Para corrigir esse tipo de problema em sua vida financeira, necessário se fazer uma correção no caminho, que passa pela adoção de uma metodologia que realmente potencialize e maximize o uso do seu dinheiro.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



quarta-feira, 15 de março de 2017

Tô Ryca – uma visão do educador financeiro (spoiler)



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Quem teve a oportunidade de assistir a comédia do cinema brasileiro “Tô Ryca” vai entender do que estarei falando. O roteiro é simples. O filme fala de uma frentista de nome Selminha (Samantha Schmütz) que tem a chance de deixa a pobreza ao descobrir uma herança de família. Entretanto para ela conseguir essa grana é preciso gastar (no sentido de jogar fora mesmo) R$ 30 milhões em 30 dias sem acumular nada e nem contar para ninguém.

A proposta do filme não traz nada de espetacular, mas é leve e atinge o objetivo de divertir àqueles que assistirem, sem muita pretensão de ser um filme de sucesso. Até aqui tudo bem. No entanto, ao tentar trazer uma mensagem subliminar sobre o comportamento das pessoas com relação ao dinheiro, perde a oportunidade de transmitir um grande ensinamento aos seus espectadores.

A ideia de que o dinheiro corrompe o caráter e que é a raiz de conflito em relacionamentos seja amorosa, familiar ou de amizade, prova o quanto ainda temos o conceito errôneo do dinheiro em nossas vidas.

O filme traz a tona de que aquele que recebe grandes somas em dinheiro tende a deixar de lado as pessoas que lhe são caras ou o local da sua origem, como se isso fosse uma canalhice ou coisa do gênero. Ou que o dinheiro, ao corromper seu comportamento, você não poderia manter suas relações afetivas anteriores a riqueza.

Ainda, pode-se inferir  que aquele que vive na pobreza não tem capacidade, potencial para se tornar uma pessoa rica, tanto que no final do filme a frentista volta a morar com todo o seu dinheiro no mesmo barraco na favela.

Não, ‘dinheiro não é a raiz de todo mal’ e também ‘não é muita areia para o meu caminhão’ a possibilidade de lidar com muito dinheiro, tornar-me rico e próspero. Se você for daqueles que recebeu de uma só vez uma ‘bolada’ grande de dinheiro por meio da sorte grande do jogo ou de uma herança, mesmo assim você poderá usufruir de muita prosperidade e riqueza por muito tempo, deixando de lado aquele comportamento de que veio fácil vai fácil. A solução para isso se chama Educação Financeira.

Você também não precisa esperar o dinheiro cair do céu para se tornar rico e próspero. Com dedicação, esforço, desejo ardente você consegue chegar lá. E solução para isso se chama também Educação Financeira.

Na verdade, precisamos nos livrar desse comportamento que dinheiro é ruim e que se nascemos pobres morreremos pobres. Essa, (não sei se é bem verdade), é uma crença estabelecida por uma elite que não permite a ascensão ao sucesso de pessoas das classes mais baixas, talvez por entenderem que a falta de educação limitam seus caminhos, que é uma mentira grotesca.


Nós temos como verdade é que todos podem ser aquilo que querem ser e aquilo que definirem como seu propósito de vida (pilar autoconsciência AFin) e que nem toda vez que falamos de riqueza e prosperidade estamos falando de acúmulo de dinheiro. 



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro



P.S.: Obrigado por você está nos acompanhando aqui. Esta é a centésima publicação do blog! Agradecido demais por tudo!


segunda-feira, 13 de março de 2017

Como o dinheiro afeta a relação conjugal





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Sabemos que uma vida financeira tranquila contribui para que os relacionamentos sejam duradouros, uma família mais harmoniosa e  fortalece a construção de um futuro melhor para todos.  Entretanto muitos ainda não enxergam isso como uma verdade.

Costumo dizer que a separação conjugal no Brasil não tem como medida o desequilíbrio financeiro como pano de fundo, por que antes de assumir essa realidade financeira, as pessoas geralmente refugiam debaixo de outras questões pessoais como o alcoolismo, as drogas, entre outros, ocorrendo principalmente no público masculino.

Em pesquisa recente, Serviço de Proteção o Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de dirigentes Lojistas (CNDL) sobre o orçamento familiar dos brasileiros revela que quatro em cada dez (39%) dos entrevistados casados ou em união estável brigam com o parceiro por causa de dinheiro.  Os principais motivos de brigas são discordâncias sobre os gastos da casa (41%), não ter reservas para imprevistos (32%) e o fato de não querer pagar pelos gastos do cônjuge (19%).

O que é crítico nessa situação toda é a falta de diálogo sobre as finanças na família. A pesquisa indica que 40% dos brasileiros casados ou em união estável não contam sobre todas as compras ao cônjuge. Isto confirma a nossa preocupação com relação a falta de educação financeira no Brasil. Não é de se espantar que o investimento inadequado em educação gera pessoas omissas, desconfiadas e medrosas quando assunto é dinheiro.

A falta de transparência é que tem levado os casais a bancarrota, e pouco valor produz se não houver uma transformação por meio de um processo de autoconsciência, procurando indicar e identificar os rumos da vida financeira e quais suas possíveis solução.

Acredito e temos trabalhado para isso, que o compartilhamento e o investimento educacional em método que alavanque as finanças das famílias é a solução poderosa para revertermos esse quadro tão ruim e que tem prejudicado as relações familiares atualmente. E nós indicamos a metodologia Afluência Financeira, uma poderosa ferramenta de finanças, para solucionar esse e muitos outros problemas financeiros de todos.




Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro





sexta-feira, 10 de março de 2017

Saindo da recessão?




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Os números de 2016 não foram nada alentadores para todos nós. Com uma retração de 3,6% do PIB em relação ao ano anterior, nós vivemos a maior recessão da história do Brasil. A grosso modo isto parece não interessar a você, mas se vermos como foi a evolução do PIB nos últimos anos percebemos para que buraco estão levando nosso país.




Quero chamar a atenção para o fato de muitos de nós ouvir as notícias sobre esses números e dar pouca importância ao impacto deles em nossa vida cotidiana, e principalmente, em nossa vida financeira. 

De fato não nos chama a atenção os números por si só já sentimos na pele o resultado que a recessão tem em nossa vida. Você sabe que deixou de consumir muita coisa, nos dois últimos anos, em razão da escassez de produtos e da desvalorização do dinheiro frente ao processo inflacionário que foi acachapante nos períodos de maior retração do PIB.

E você sabe o que PIB? É o Produto Interno Bruto, isto é, a soma, em valores monetários, de todas as riquezas de bens e serviços (agropecuária, indústria e serviços) produzidas no Brasil, em determinado período de tempo.

Entretanto, há uma boa notícia em relação a esse caos todo. Esse resultado, por estranho que possa parecer, indica a retomada, ainda que tímida, do crescimento econômico, com o aumento na oferta de empregos e no acesso mais barato a bens e serviços. 

Talvez a injeção desses bilhões de reais das contas inativas do FGTS, nos dê uma nossa sensação de retomada desse crescimento. Mas ainda precisamos ficar atentos ao consumo, continuando a comprar aquilo que é estritamente necessário e prioritário em nosso dia a dia.



Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro


terça-feira, 7 de março de 2017

A Vovozinha da Chapeuzinho Vermelho





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Contar a história da Chapeuzinho Vermelho é uma prática que as famílias adotam a muitos anos. Quem nunca contou essa história aos seus filhos, ou netos, ou sobrinhos? Um clássico que serve para nos dar muitas lições, além de entreter de forma lúdica e gostosa.

Mas você já ouviu a história da Vovozinha da Chapeuzinho Vermelho? Tenho certeza que não. Você sabe que a vovozinha só aparece na história quando Chapeuzinho canta a sua cantiga pela floresta estrada a fora, quando o Lobo Mau devorar a vovozinha e quando o Caçador chegar para salvar todo mundo, inclusive a vovozinha.

A nossa história traz um contexto diferente. Nós vamos falar da vida financeira da Vovozinha da Chapeuzinho Vermelho. Será que ela era endividada? Ou ela tinha muitos recursos financeiros? E mãe da Chapeuzinho Vermelho? E o vovozinho da Chapeuzinho Vermelho? E quem era o Lobo Mau em nossa história? Pois é, nós vamos falar de todos eles. É uma historia para você, que é vovozinho ou vovozinha contar para os seus netos. Para vocês que são país. Para todos nós.

Enfim, brevemente estaremos lançando o Livro "A Vovozinha da Chapeuzinho Vermelho - histórias do dinheiro para você contar para os seus netos". E pode ser para os seus filhos, seus sobrinhos, seus primos, seus amigos...ufa...para todos aqueles que são importantes para a sua vida.

O breve do lançamento do nosso livro é até o final de abril. Espero que gostem da história.





Sartre Santos
Educador Financeiro AFin
Coach Financeiro