“O que um senhor de 86 anos faz em sala de aula, aprendendo sobre
educação financeira, investimentos? – indagaram-se.” Uns acharam
“bonitinho”, outros acharam “engraçadinho”, mas todos podem achar o que
quiserem. Essa era uma prova viva de que é sempre tempo de aprender. Por que
está ali? Por que a idade pouco importa para os persistentes, obstinados e
sonhadores.
“Merece uma calorosa salva de palmas” disse o professor. Nada mais importante
do que celebrar a vitória e se inspirar com tal atitude, com tamanho desafio.
Se bem que na verdade, não era só desafio para aquele senhor de 86 anos, mas para
todos nós que estávamos ali presentes.
Não devemos acreditar nessa voz
interna que muitas vezes insiste em dizer que estamos velhos para isso ou para
aquilo. “Sonhar?! Ora, estou mais para
hora da morte do que em pensar em realizar sonhos - poderia dizer alguns mais
velhos.” E ainda tem aquela voz interna que diz: “Estou muito jovem para isso ou para aquilo. Sonhar?! Quando ficar mais
velho penso nisso - poderia dizer alguns mais jovens.”
Vejamos como exemplos duas
figuras famosas pela as atitudes e escolhas que tomaram tendo em vista a idade que
tinham à época. Primeiro o Warren Buffet,
um dos investidores americanos mais ricos do mundo - ele fez sua primeira aplicação em ação aos 11
anos de idade, e mais tarde ainda falou que tinha tomada essa decisão tarde demais.
Segundo o Roberto Marinho, grande
jornalista brasileiro - ele criou a Rede Globo de Televisão aos 60 anos de
idade e hoje é esse poderoso veículo de comunicação que conhecemos. Cedo
demais? Tarde demais?
Assim como o senhor de 86 anos
que estudava com a gente naquela aula de Educação Financeira, outra aluna de 15
anos também fazia se presente naquele ambiente. O que importa? Se queremos
fazer realmente uma transformação em nossa vida, qualquer que seja ela,
precisamos começar agora. Não se prenda aos anos que lhe fala os documentos, se
prenda às suas escolhas de realizar os seus sonhos.
Resultado desses dias de
aprendizado? Todos saíram com a certeza que o caminho tomado foi o mais certo:
investir primeiro em educação. E mais ainda, saíram comprometidos em realizar os
seus mais acalentados sonhos, usando como meio para isso, aplicar nos investimentos dinâmicos do mercado
financeiro brasileiro. Da pessoa mais nova, com 15 anos, à pessoa mais velha, com 86 anos.
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