Quando
falamos de nós mesmo, o ter autoconsciência é ter auto-observação e
autodescrição. É a precisão com que observamos e descrevemos os nossos estados
íntimos. Quanto mais elementos relacionados aos nossos comportamentos formos
capazes de descrever, maior é o conhecimento que temos de nós mesmos, maior é a
nossa autoconsciência e maior é a possibilidade de tomarmos decisões
importantes em nossas vidas.
Autoconsciência
é a dimensão do “conheça-te”, que nos faz conscientes dos nossos pontos fortes
e de nossas limitações, daquilo que altera as nossas emoções e dos impactos que
elas geram em nossa vida. De todas as dimensões de inteligência emocional,
essa é a mais importante, pois suas competências formam a base necessária para
desenvolvermos as outras que direcionam a nossa vida.
O que se quer dizer, ao se
autodescrever e auto refletir sobre si mesmo, é que é preciso muita disciplina
e esforço para transformar padrões comportamentais que impedem você de ser
melhor e de você encontrar as melhores respostas para seu triunfo pessoal. E
para obter um patamar profundo de autoconhecimento é necessária dedicação,
determinação no seu foco e conhecimento das suas convicções, o que irá ajudá-lo
a olhar e perceber coisas que você mesmo não detecta em si.
Respirar
e ter consciência de si mesmo são as mais importantes ferramentas que o
indivíduo pode usar para se auto liderar e gerir. Assim as pessoas de maior
certeza sobre os próprios sentimentos são melhores pilotos de suas vidas, tendo
um sentido mais preciso de como se sentem em relação a decisões pessoais, desde
com quem se casar a que emprego aceitar. Esse é o maior legado que podemos
querer de nós mesmos.
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