Crise, que crise! Uma exclamação que não tem saído das nossas rodas de conversas.
Afinal de contas, com estacionamentos de shoppings centers abarrotados,
multidões de pessoas acompanhando shows, feiras, festas agropecuárias pelo
Brasil afora, poderemos falar em crise?
Pois
é, não negamos que passamos por momentos delicados na economia brasileira, face
ao imbróglio político pelo qual se nos apresenta e tão noticiados. Munição de
todos os lados, anunciando todas as mazelas econômicas: inflação, recessão,
baixo poder de compra, insegurança, fome, miséria. Mas mesmo assim,
construiremos “babilônias”, como será o PARLASHOPPING em Brasília.
Se
até no mercado do sexo, um dos mais antigos do mundo, seus profissionais
reclamam da crise, como levantado em recente reportagem do Correio Braziliense*,
quem dirá em outros que são mais frágeis ainda.
De
certo que devemos reclamar da crise e exigir que medidas sejam tomadas para dar
fim a ela. O problema é que vivemos o tempo todo imerso nessas crises. A única
coisa que ouvimos falar é de crise e do outro lado afogamos nossas mágoas em
consumo desnecessário, mal planejado e baseado num endividamento sem controle.
Nesse tipo de comportamento, só vemos a escuridão do poço.
Há
um ditado chinês que diz que “não existe crise existe oportunidade”. Essa é uma
verdade para quem tem o comportamento sintonizado em outra frequência que não a
de reclamar pura e simplesmente da crise. São pessoas que vem o copo meio cheio
e nunca meio vazio. Para elas abundância é um caminho e não um objetivo
distante. Em verdade elas adotam o conceito da afluência financeira onde o mais
importante é a prosperidade, a mudança de comportamento frente aos desafios, o
foco nos sonhos e o investimento como construção do seu presente com os olhos
no futuro.
Então,
para que a crise não se torne um mantra em nossas vidas, devemos observar como
anda nosso comportamento e o que estamos fazendo dele nas nossas decisões
diárias. E quando o assunto é educação financeira, o comportamento tem papel
fundamental. Responda se você tem alguns desses sintomas presentes em sua vida:
·
Avalia o todo tempo as suas decisões passadas;
·
Passa o dia pensado no que vai ser amanhã;
·
Acha que o dinheiro fala mais alto;
·
Quer poupar para dias ruins;
·
Acredita que nunca vai mudar e que a situação de
vida vai piorar;
·
Tudo só acontece com você;
·
O problema é seu salário, sua esposa e filhos
que gastam muito;
·
Se você tivesse sorte tudo seria diferente.
Se você respondeu
algum sim para uma dessas afirmações é sinal que está na hora de promover
mudanças no seu comportamento financeiro, hora de dar um basta no desequilíbrio,
hora de arregaçar as mangas, hora de fazer o que tem que ser feito AGORA! Não
deixe para quando se aposentar, ganhar na loteria, receber uma herança. Até lá,
pode não ter mais tempo. Saia da crise! Que crise? Essa que está querendo
dominar seus pensamentos e seus comportamentos. Agora é fazer a diferença para
sua vida. Agora é ser e ter afluência financeira.
Sartre Santos
Educador Financeiro AFin** e Dsop
Coach Financeiro
** Metodologia
Afluência Financeira – AFin e Metodologia Dsop

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